O PSD venceu hoje as eleições legislativas regionais antecipadas da Madeira, falhando por um deputado a maioria absoluta, de acordo com os dados oficiais provisórios, com todas as freguesias apuradas.

Segundo informação disponibilizada pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, os sociais-democratas obtiveram 43,43% dos votos e 23 lugares na Assembleia Legislativa Regional, constituída por um total de 47 deputados.

O CDS-PP, que já governou com o PSD e que nesta legislatura tinha um acordo de incidência parlamentar com os sociais-democratas, tem um deputado, com 3,00% dos votos.

A maioria absoluta requer 24 assentos. Em 2019 e 2023 os sociais-democratas precisaram fazer acordos parlamentares (primeiro com o CDS-PP e depois com o PAN) para atingir este número.

Após as eleições de 2024, também antecipadas, o PSD (19 deputados) formou um executivo minoritário, já que o acordo firmado com o CDS (dois eleitos) foi insuficiente para a maioria absoluta. O PS e o JPP, que totalizaram 20 deputados, chegaram então a propor uma solução de governo.

PSD vence em dez dos 11 concelhos, cinco com maioria absoluta

O PSD venceu hoje em 10 dos 11 concelhos da Madeira, em cinco dos quais teve maioria absoluta, destacando-se a recuperação de Machico, que nas anteriores eleições perdeu para o PS, segundo os resultados provisórios das legislativas regionais.

De acordo com os dados disponibilizados pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna (MAI), o único concelho madeirense onde o PSD perdeu foi Santa Cruz, em que o JPP – Juntos Pelo Povo manteve a posição de força política mais votada neste território com ligação à origem do partido.

O PSD, que venceu hoje as eleições com 43,43% do total dos votos, conseguiu ter maioria absoluta em cinco concelhos madeirenses, designadamente Calheta (58,77%), Ponta do Sol (54,66%), Ribeira Brava (53,07%), Porto Moniz (52,49%) e São Vicente (51,63%).

Nestas eleições regionais, o PSD conseguiu recuperar Machico, concelho que nas anteriores eleições foi conquistado pelo PS, que por uma diferença de 22 votos retirou a posição de partido mais votado aos sociais-democratas.

Em Machico, o PSD venceu hoje com 40,12% dos votos (4.442 votos) e o PS foi a segunda força política mais votada, com 26,99% (2.988 votos). Nas anteriores eleições legislativas da Madeira, que se realizaram em maio de 2024, o PS venceu em Machico, com 33,61% (3.512 votos), retirando este concelho ao PSD, que obteve 33,40% (3.490 votos).

Além destes seis concelhos, o PSD venceu, mas sem maioria absoluta, no Funchal (40,91%), Santana (44,37%), Porto Santo (46,20%) e Câmara de Lobos (49,09%), segundo os resultados provisórios.

Relativamente ao único concelho da Madeira onde os sociais-democratas não conseguiram ser o partido mais votado, o PSD perdeu por uma diferença de 383 votos, ao obter 35,12% (8.414 votos), enquanto o JPP teve 36,72% (8.797 votos), segundo os dados provisórios.

O PSD venceu hoje as eleições legislativas regionais antecipadas da Madeira, falhando por um deputado a maioria absoluta, de acordo com os dados oficiais provisórios, que indicam que o JPP se tornou o principal partido da oposição, deixando para trás o PS.

Segundo informação disponibilizada pela Secretaria-Geral do MAI, os sociais-democratas obtiveram 43,43% dos votos (62.085 votos) e 23 lugares na Assembleia Legislativa Regional, constituída por um total de 47 deputados.

O JPP alcançou 21,05% dos votos (30.094 votos) e 11 mandatos no parlamento regional, enquanto o PS teve 15,64% (22.355) e oito lugares na Assembleia Legislativa Regional, seguindo-se o Chega, que elegeu três deputados, a IL e o CDS-PP, que obtiveram um cada.

A maioria absoluta requer 24 assentos.

Em 2019 e 2023 os sociais-democratas precisaram fazer acordos parlamentares (primeiro com o CDS-PP e depois com o PAN) para atingir este número.

Nesta legislatura, o CDS-PP tinha também um acordo de incidência parlamentar com os sociais-democratas.

Após as eleições de 2024, também antecipadas, o PSD (19 deputados) formou um executivo minoritário, já que o acordo firmado com o CDS (dois eleitos) foi insuficiente para a maioria absoluta. O PS e o JPP, que totalizaram 20 deputados, chegaram então a propor uma solução de governo.

Estas eleições antecipadas da Madeira, as terceiras em cerca de um ano e meio, decorreram com 14 candidaturas a disputar os 47 lugares no parlamento regional num círculo único: CDU (PCP/PEV), PSD, Livre, JPP, Nova Direita, PAN, Força Madeira (PTP/MPT/RIR), PS, IL, PPM, BE, Chega, ADN e CDS.

JPP ultrapassa PS em seis dos 11 concelhos além de vencer em Santa Cruz

O JPP ultrapassou hoje o PS em seis dos 11 concelhos da Madeira nas legislativas regionais, além de voltar a vencer em Santa Cruz, posicionando-se como segunda força política mais votada no arquipélago, segundo os resultados provisórios do sufrágio.

De acordo com os dados disponibilizados pela Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, o Juntos Pelo Povo (JPP) foi a segunda força política mais votada no Funchal, Calheta, Ribeira Brava, Câmara de Lobos, Santana e São Vicente, concelhos que nas anteriores eleições regionais, realizadas em maio de 2024, tinham o PS como segundo partido com mais votos.

O JPP voltou a vencer em Santa Cruz, com 36,72%, mantendo a liderança em relação ao PSD, partido que permanece em segundo lugar no concelho, com 35,12%. Segue-se o PS, com 10,44%, indicam os resultados provisórios.

O PS, derrotado nestas eleições (passou para terceiro partido no arquipélago), foi a segunda força mais votada em quatro dos 11 concelhos da Madeira, designadamente Porto Moniz, Porto Santo, Machico e Ponta do Sol.

O PSD venceu hoje as eleições legislativas regionais antecipadas da Madeira, falhando por um deputado a maioria absoluta, de acordo com os dados oficiais provisórios, que indicam que o JPP se tornou o principal partido da oposição, deixando para trás o PS.

Segundo informação disponibilizada pela Secretaria-Geral do MAI, os sociais-democratas obtiveram 43,43% dos votos (62.085 votos) e 23 lugares na Assembleia Legislativa Regional, constituída por um total de 47 deputados.

O JPP alcançou 21,05% dos votos (30.094 votos) e 11 mandatos no parlamento regional, enquanto o PS teve 15,64% dos votos (22.355 votos) e oito lugares na Assembleia Legislativa Regional

O CDS-PP, que já governou com o PSD e que nesta legislatura tinha um acordo de incidência parlamentar com os sociais-democratas, conseguiu eleger um deputado, com 3,00% dos votos.

A maioria absoluta requer 24 assentos. Em 2019 e 2023 os sociais-democratas precisaram fazer acordos parlamentares (primeiro com o CDS-PP e depois com o PAN) para atingir este número.

Após as eleições de 2024, também antecipadas, o PSD (19 deputados) formou um executivo minoritário, já que o acordo firmado com o CDS (dois eleitos) foi insuficiente para a maioria absoluta. O PS e o JPP, que totalizaram 20 deputados, chegaram então a propor uma solução de governo.

Estas eleições legislativas madeirenses, as terceiras em cerca de um ano e meio, decorreram hoje, com 14 candidaturas a disputar os 47 lugares no parlamento regional, num círculo único: CDU (PCP/PEV), PSD, Livre, JPP, Nova Direita, PAN, Força Madeira (PTP/MPT/RIR), PS, IL, PPM, BE, Chega, ADN e CDS.

No sufrágio anterior, em maio de 2024, o PSD conseguiu eleger 19 deputados, o PS 11, o JPP nove, o Chega quatro (mas, uma deputada tornou-se, entretanto, independente) e o CDS-PP dois. PAN e IL garantiram um assento cada.

Cafôfo assume derrota do PS e mantém-se como líder

O líder do PS/Madeira, Paulo Cafôfo, reconheceu a derrota nas legislativas regionais, afirmando que depois das autárquicas deste ano irá “abrir um processo para a liderança” da estrutura partidária.

“Até lá, o partido tem de estar focado nos desafios eleitorais e, por isso, eu, com toda a responsabilidade, irei liderar o partido”, afirmou Cafôfo, que falava na sede da estrutura partidária, no Funchal, e foi nestas eleições, pela terceira vez, cabeça de lista socialista (depois de 2019 e 2024).

O PSD venceu as eleições legislativas regionais antecipadas da Madeira, com 43,43% dos votos, novamente sem maioria absoluta, elegendo 23 dos 47 deputados do parlamento do arquipélago.

De acordo com os resultados oficiais provisórios da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, o JPP elegeu 11 deputados, o PS oito, o Chega três, o CDS-PP um e a IL também um deputado.

Os socialistas passaram assim de primeira para segunda força da oposição.

“Gostaria de saudar o PSD por esta vitória, reconhecendo que o PS foi derrotado”, disse o dirigente socialista madeirense na sala de imprensa aos jornalistas, rodeado por todos os elementos do partido.

De semblante carregado, Paulo Cafôfo assumiu “este resultado e a derrota por este resultado”.

Nestas eleições, o PS perdeu o lugar de líder da oposição na Assembleia Legislativa da Madeira, perdendo três deputados, um lugar que foi assumido pelo JPP, que aumentou o seu grupo parlamentar de nove para 11 elementos.

“Esta derrota é minha responsabilidade. Fiz o melhor que pude. Fiz o melhor que sabia, como sempre o fiz durante toda a minha vida, entreguei-me a estas eleições com toda a garra, toda a paixão e todo o querer”, adiantou.

Paulo Cafôfo admitiu que este não era o resultado esperado pelo partido, complementando que “aceita a derrota com a cabeça erguida”.

“Temos enquanto partido duas eleições pela frente, eleições legislativas nacionais e eleições autárquicas e, por isso, também aqui tenho de ter a responsabilidade de organizar o partido e preparar o partido para estes dois importantes atos eleitorais”, referiu.

Cafôfo acrescentou que, “depois das autárquicas, obviamente, vou abrir um processo interno para a liderança do partido”, reforçando ser necessário preparar o PS para essas duas importantes eleições.

“Apesar desta derrota, o PS tem um histórico (…) e, não sendo o resultado que esperava, aqui estamos de cabeça levantada para enfrentar os próximos atos eleitorais”, mencionou.

Paulo Cafôfo recusou depois responder a mais perguntas, abandonando a sala, imperando o silêncio na sede do PS/Madeira, no Funchal.

JPP diz que vai fiscalizar PSD seja como oposição ou governo alternativo

O secretário-geral do JPP, Élvio Sousa, garantiu que, seja como líder da oposição ou num governo alternativo, vai intensificar a fiscalização ao PSD, que voltou a vencer as eleições regionais sem maioria.

“Se Deus quiser, seja num governo alternativo, ou seja como segunda força política na Madeira, nós não vamos deixar o PSD fazer aquilo que fez até hoje. Vamos intensificar a responsabilidade de fiscalizar o que o PSD vai fazer”, afirmou Élvio Sousa, cabeça de lista do partido às eleições antecipadas.

“Não vão ficar sem vigias, vamos levantar torres defensivas e de vigia em todos os municípios”, avisou.

O secretário-geral do JPP e cabeça de lista às regionais falava numa unidade hoteleira do concelho de Santa Cruz, perante algumas dezenas de militantes e simpatizantes, depois de terem sido conhecidos os resultados oficiais provisórios das eleições legislativas da Madeira.

Élvio Sousa felicitou todos os partidos que concorreram às eleições e enalteceu o facto de o seu partido ter vencido o município de Santa Cruz e ficado em segundo lugar em seis municípios, recebendo aplausos e gritos de apoio dos presentes na sala.

Segundo os resultados provisórios da Secretaria-Geral do Ministério da Administração Interna, o JPP passou a ser o principal partido da oposição com 11 deputados, de um total dos 47 que compõem o hemiciclo.

O PSD venceu sem maioria absoluta, elegendo 23 dos 24 necessários, e o PS passou a ser a terceira força política, com oito eleitos.

O Chega elegeu três deputados, o CDS-PP um e a IL um.

O JPP admitiu o cenário de um governo alternativo, mas remeteu mais esclarecimentos para segunda-feira, depois de ouvir a comissão política do partido e os militantes.

Para isso acontecer, é necessário JPP, PS, Chega, IL e CDS-PP fazerem um acordo, somando 24 deputados, contra os 23 do PSD.

“Nós amanhã [segunda-feira] reunimos a comissão política, vamos ouvir os militantes, […] muito possivelmente vamos convocar uma declaração à imprensa”, indicou, considerando que “o cenário não está fechado”.

“Se [as pessoas] desejarem que constituamos a liderança de governo, temos 11 deputados, precisamos dos outros (…) para chegar. Eu deixo aqui em aberto, as pessoas também podem, têm capacidade de influenciar, nem que seja energeticamente, os outros partidos para um caminho de presente e de futuro”, acrescentou.

Élvio Sousa disse não ter pressa e apelou ao representante da República para a Madeira, Ireneu Barreto, que irá ouvir os partidos nos próximos dias, para não meter “o pé no acelerador” como nas últimas eleições regionais, em maio do ano passado, também antecipadas.

“Nós só aparecemos lá para quinta ou sexta-feira”, avisou.

Élvio Sousa, um dos fundadores do JPP, que começou com um movimento de cidadãos, frisou também que o partido não ficou muito longe da meta que estabeleceu, de chegar aos 33 mil votos neste sufrágio, tendo ficado pelos cerca de 30 mil.

“Um dos vencedores da noite é o JPP como partido da Madeira, como partido autonomista, como um partido nacional com afirmação regional”, realçou, reforçando: “E isto vem mostrar que não existe só PSD, não existe só PS, existe um partido nacional com sede na Madeira que está a anunciar um mundo novo”.

“O JPP é como o Vinho Madeira, quanto mais velho mais amadurecido e com um bom aroma”, gracejou ainda.

Estas foram as terceiras legislativas realizadas na Madeira em cerca de um ano e meio, tendo concorrido num círculo único 14 listas: CDU (PCP/PEV), PSD, Livre, JPP, Nova Direita, PAN, Força Madeira (PTP/MPT/RIR), PS, IL, PPM, BE, Chega, ADN e CDS-PP.

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