O Presidente do Governo Regional dos Açores, José Manuel Bolieiro, marcou presença, na terça-feira, num jantar promovido pela Associação Agrícola da Graciosa, saudando a “vitalidade, juventude e bem fazer” do setor em toda a Região.

“Tenho orgulho e confiança em vocês”, sublinhou José Manuel Bolieiro, dirigindo-se a perto de duas centenas de agricultores da Graciosa.

O governante lembrou os vários produtos agroalimentares que “são marca da Graciosa e referência nos Açores e no contexto nacional”, caso da meloa, do vinho ou do alho.

“Não é possível imaginar a Graciosa sem a riqueza dos seus produtos”, prosseguiu, assinalando a “identidade e genuinidade” dos mesmos.

“A história da Graciosa e dos graciosenses foi fazer e fazer com qualidade”, sem limitações referentes ao tamanho da ilha ou à sua população, acrescentou José Manuel Bolieiro.

Num evento que contou também com o Presidente da Federação Agrícola dos Açores, Jorge Rita, o Presidente do Governo defendeu a valorização de “narrativas de identidade” que garantam ainda mais-valias aos produtos açorianos.

Posteriormente, José Manuel Bolieiro elencou algumas medidas do Governo dos Açores dedicadas ao setor agrícola mas não só, como a baixa fiscal, referindo também o “histórico” Acordo de Parceria, firmado, entre outros parceiros, com a Federação Agrícola.

Em causa está o “Acordo de Parceria Estratégica 2023/2028 – Rendimento, Sustentabilidade e Crescimento”, assinado entre o Governo dos Açores, a Câmara do Comércio dos Açores, a Federação Agrícola dos Açores e a UGT/Açores.

Na Graciosa, o governante defendeu ainda o uso “máximo” de fundos comunitários no campo da agricultura, e sobre o fim dos rateios, medida do atual Executivo, foi perentório: “foi um ato de justiça. Não se fez um favor. O que se fez foi acabar com uma injustiça”.