A secretaria regional do Ambiente e Alterações Climáticas publicou um guia para controlo de térmitas, que permite informar sobre as zonas de risco de infestação, uma ferramenta para contribuir para o combate eficaz a esta praga, foi hoje revelado.

Em comunicado, o Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM) explica que o guia foi divulgado este mês por todos os municípios e juntas de freguesia dos Açores e pode ser consultado no portal da Monitorização, Avaliação Ambiental e Licenciamento no endereço http://www.azores.gov.pt/gra/srrn-ambiente.

Segundo o secretário regional do Ambiente e Alterações Climáticas, Alonso Miguel, a monitorização é realizada em todo o arquipélago desde 2022, sendo que “a espécie de térmita de madeira seca das Índias Ocidentais foi a primeira a ser detetada nos Açores, em 2000” e é a que maior impacto tem tido na região.

Atualmente, está presente em seis das nove ilhas, não estando confirmada, até à data, a sua presença nem no grupo ocidental (Flores e Corvo), nem na ilha Graciosa, refere o executivo, assinalando ainda que atualmente as térmitas são consideradas como “a principal praga, com efeitos destrutivos, em zonas urbanas em todo o mundo, acarretando perdas económicas assinaláveis”.