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“Para sermos um partido de governo, temos que mostrar que governamos a nossa casa bem”, pediu Ventura, no discurso em que apelou a quatro anos de unidade, desdramatizando, porém, do debate e democracia internos.

E a exemplo do que dissera o seu convidado Matteo Salvini, líder da Liga, da extrema-direita italiana, horas antes, insistiu que “os inimigos” do partido estão lá fora e não dentro.

“Todos os derrotados [do congresso] devem dar as mãos uns aos outros em prol do futuro de todos nós”, apelou.

A direção nacional de André Ventura foi hoje eleita com 79% dos delegados, depois de três dias de congresso em que foram públicas muitas divergências e críticas internas, tendo havido três listas para o conselho de jurisdição nacional e duas para a mesa do congresso.

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