Pub

Na apresentação da lista do PS/Açores ao concelho das Lajes das Flores, o Presidente Vasco Cordeiro destacou as qualidades de Luís Maciel, “um homem de contas certas, um referencial de confiança e de segurança”, considerando que é o único candidato capaz de travar a lógica da coligação, que quer “subordinar umas ilhas em relação a outras”, e impedir que o Governo não cumpra com as obras previstas para a recuperação do furacão Lorenzo.

O Presidente do PS/Açores começou por sublinhar o trabalho feito por Luis Maciel, atual presidente da autarquia: “Afirma-se, sem sombra de dúvidas, como um dos autarcas de referência do Partido Socialista Açores, como um homem de contas certas, consigo e com os outros, como alguém que coloca um elevadíssimo grau de exigência na gestão da coisa pública, como alguém que constitui um referencial de confiança, de segurança e, no fundo, de quem se pode confiar para conduzir os destinos coletivos da nossa comunidade”.

Vasco Cordeiro alertou para a importância dessas qualidades no tempo em que vivemos, “é certo que estamos já numa fase de recuperação, mas o futuro ainda nos pode reservar algumas surpresas quanto àquelas que são as consequências económicas e sociais dessa pandemia. E é por isso que é necessário ter uma mão segura e uma mão em quem se pode confiar!” – e face à aplicação das verbas significativas que a Região vai receber nos próximos anos.

O financiamento que vai ser atribuído através do Plano de Recuperação e Resiliência e as verbas dos fundos comunitários representam, “quase o dobro dos fundos comunitários que tivemos à nossa disposição nos últimos sete anos, ou seja, entre 2021 e 2027 os Açores têm à sua disposição cerca de 3 mil milhões de euros, quase o dobro daquele que foi o valor que tivemos à nossa disposição nos últimos sete anos”, sublinhou o líder dos socialistas açorianos.

Face aos que “se aventuram, nestas eleições autárquicas, a prometer tudo a todos”, face aos que não se preocupam “com o rigor, com o cuidado na gestão da coisa pública” e aos que vão “comprometer o futuro de cada uma das nossas comunidades”, é necessário, acrescentou Vasco Cordeiro, ter um presidente de Câmara com as características de Luís Maciel: “Ele é a garantia, dá a segurança e transmite a confiança de que sabe o que é necessário fazer para que o Município das Lajes das Flores esteja nas melhores condições possíveis, para aproveitar o melhor possível os próximos fundos comunitários que aí vêm”.

Para Vasco Cordeiro, o candidato Luís Maciel é também o único capaz de, nas Lajes das Flores, travar a “tentativa de aproveitar estas eleições autárquicas para que a coligação que nos desgoverna possa submeter cada vez mais municípios à sua lógica de coligação, possa submeter cada vez mais municípios à sua lógica de subordinação de umas ilhas em relação às outras”.

Intervindo na Casa do Povo das Lajes das Flores, o Presidente do PS/Açores considerou que é necessário “transformar essas eleições autárquicas num manifesto de Coesão” e condenou opções como as que foram tomadas pelos partidos que sustentam o atual Governo de, por exemplo, “nos próximos três anos acabar com o transporte marítimo de passageiros e de viaturas das ilhas do Grupo Central aqui para a ilha das Flores. Não há explicação! E é preciso alguém que esteja à frente da Câmara Municipal das Lajes das Flores, que seja capaz também de erguer a sua voz na defesa deste concelho, na defesa desta ilha, na defesa, no fundo, da Coesão entre todas as ilhas do nosso arquipélago”.

Para Vasco Cordeiro, “Luís Maciel é a escolha segura e a escolha certa para levantar a sua voz em defesa de um modelo de transporte de passageiros e de viaturas que sirva este concelho e que sirva esta ilha”, mas também para exigir o “cumprimento daquelas que foram as obras programadas para a recuperação do Porto das Lajes das Flores”.

“Que não admita que se corte no que quer que seja, seja a rampa ro-ro na ponte cais, seja o próprio molhe no cais comercial porque tudo isto faz falta, faz falta a este concelho, faz falta a esta comunidade, faz falta a esta ilha, mas faz sobretudo falta a uns Açores que se querem cada vez mais coesos”, defendeu.

Pub