Este caso remonta a 2018 e em causa estavam alegadas agressões a funcionários e ao proprietário de um restaurante no concelho de Ponta Delgada, na véspera do jogo de futebol entre o Santa Clara e o Boavista, que decorreu na ilha de São Miguel, em agosto.

Um dos arguidos, afeto à claque do Boavista “Panteras Negras”, e que estava em prisão preventiva, foi condenado a um ano e três meses de prisão em regime de permanência na habitação e sujeito a vigilância eletrónica por dois crimes de ofensa à integridade física simples.

O Tribunal condenou ainda um outro arguido neste caso, e que estava também em prisão preventiva no estabelecimento prisional de Ponta Delgada, em São Miguel, a dois anos e três meses de prisão, com pena suspensa, por quatro crimes de ofensa à integridade simples, em co-autoria, e um crime de ameaça.

Foram, no entanto, absolvidos, o líder da claque, um agente principal da PSP e um segurança privado.