Tremor: uma experiência de cultura e de amizade que enaltece Ponta Delgada, os Açores e o País

O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada afirmou que o festival Tremor é uma “experiência de cultura  e de amizade” que “enaltece Ponta Delgada, os Açores e o País”.

José Manuel Bolieiro, que falava na sessão de abertura do evento, sustentou que o Tremor é um “ato cultural”, que “permite a descoberta de novos talentos e imprime outra dinâmica” nas ilhas de São Miguel e de Santa Maria.

O edil destacou, igualmente, a adesão e a projeção mediática do Tremor nos contextos nacional e internacional, dando conta da capacidade organizativa do festival que se realiza pelo sexto ano consecutivo, apresentando-se como um motivo de orgulho e de expectativa: “o orgulho pelo que o Tremor já realizou em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, e em Santa Maria e a expectativa de que, se no ano passado foi bom, este ano será ainda melhor”.

“O Tremor é uma experiência de cultura, de amizade, de atividade que engrandece toda a gente”, concluiu.

Perante um auditório repleto, o autarca pontadelgadense dirigiu uma palavra de apreço à organização, nas pessoas de António Pedro Lopes, Luís Banrezes, Joaquim Durães e Márcio Laranjeira.

O festival começou ontem, no Teatro Micaelense, com a estreia absoluta de um espetáculo construído em residência artística no Tremor que junta o coletivo ondamarela, com a escola de música de rabo de peixe, músicos locais, poetas e vários utentes da Associação de Surdos da ilha de São Miguel.

Sob o lema “uma experiência musical no centro do atlântico” prossegue até sábado, 13 de abril, com uma programação interdisciplinar que inclui concertos, interações na paisagem, laboratórios, momentos dedicados ao pensamento, arte nas ruas e residências artísticas que se fundem com a comunidade local e a ilha.