“Este novo modelo é mais favorável aos clubes, atletas e demais agentes desportivos, em relação ao modelo anterior em vigor nas tarifas de desporto para Madeira e Açores. Deixando o preço da tarifa de ser fixo e passando a ser disponibilizado em função da disponibilidade de lugares em cada voo, verifica-se que, em 60 por cento dos casos, o preço agora praticado é inferior ao que seria com a tarifa fixa anterior”, afirmou a referida fonte.

Isto, depois de o Nacional, equipa madeirense que esta época foi despromovida à II Liga portuguesa de futebol, ter hoje manifestado a sua preocupação com o fim da “tarifa de desporto” por parte da TAP, alertando que o “fim da tarifa de desporto põe em causa a participação nacional” dos insulares.

“Na verdade, antes, nos casos em que se verificava que a tarifa fixa de desporto ficava mais cara do que a tarifa comercial mais baixa disponível para o voo em causa, a situação causava desconforto junto dos clubes e agentes desportivos”, sublinhou a TAP.

E acrescentou: “Com o novo modelo tarifário para o desporto, o produto mantém todas as suas características especiais. Todas as flexibilidades foram mantidas atendendo ao tipo de tráfego, nomeadamente, ajustes nos nomes dos jogadores que por qualquer motivo não vão jogar aquele jogo, inclusão do nome de árbitros cujas nomeações só são conhecidas em cima da hora, alterações de datas de jogos, ajustes nos horários dos voos para acomodar os horários dos jogos, etc”.