Lukyanuk, campeão europeu em título e vencedor da prova insular em 2018, começou o dia com uma vantagem de apenas 3,1 segundos, mas a vitória na primeira especial começou a dar-lhe algum conforto, que se estendeu ao longo da jornada, terminando com 1:24.12 horas.

“Estamos a desfrutar da nossa condução e hoje correu bastante bem”, comentou o piloto russo à chegada ao parque fechado.

Ricardo Moura continua a ser o melhor português e agora está no segundo lugar, tendo destronado o francês Pierre Loubet (Skoda Fabia R5), que caiu para quarto.

“Não tive grandes problemas no dia de hoje e estou satisfeito com o ritmo que conseguimos imprimir”, explicou o piloto açoriano.

Dia mais atribulado teve Bernardo Sousa (Citroën C3 R5), que envolveu “três furos e um capotanço”, valendo-lhe o 11.º lugar no final do dia, já a 3.22,1 minutos do líder.

Luís Rego (Skoda Fabia R5), no sétimo lugar, a 2.07,7 minutos de Lukyanuk, é o segundo melhor português, à frente de Bruno Magalhães (Hyundai i20 R5), que sentiu problemas com a escolha de pneus e chegou a estar na décima posição. Ao longo da tarde, contudo, conseguiu voltar a recuperar até ao oitavo posto.

“Vamos continuar a tentar, mas a diferença já é muito grande”, disse o antigo campeão nacional, que está a 2.27,5 minutos do comandante.

O rali dos Açores é a primeira prova do ERC, o campeonato europeu de ralis, e termina esta sábado, com a disputa das últimas cinco classificativas, num total de 108 quilómetros cronometrados.