Soul, rap e blues marcam segundo dia do Monte Verde Festival

Joss Stone, Dillaz e Frankie Chavez foram alguns dos artistas que atuaram, ontem, na Ribeira Grande, no segundo dia do Monte Verde Festival Pelo segundo dia consecutivo, o evento contou com casa cheia, concertos de luxo e um ambiente único entre festivaleiros e campistas.

Joss Stone apresentou-se no palco Ribeira Grande com a elegância e a voz doce e forte a que já habituou o público. Um concerto cheio de clássicos da artista e de novos temas.

Milhares de pessoas vibraram com o rap de Dillaz, um dos mais aclamados artistas do hip hop nacional. É a terceira vez que pisa o palco do MVF, sempre a somar fãs.

Frankie Chavez, apaixonado pelos Açores, estreou-se no MVF com um misto de folk, blues e rock e um conjunto de guitarras a que o público não resistiu.

O luso-americano Mishlawi, que está em processo criativo, deu a conhecer obra feita aos milhares de festivaleiros e campistas do MVF. Uma obra que denota influências do rap, RnB e trap-soul.

A Bass Music já é presença assídua no festival que teve início em 2012, na praia do Monte Verde.

Ontem, esteve representada por Delta Heavy. Foi uma atuação curta, mas intensa, em que Simon James levou o público, resistente à chuva, ao rubro.

Os Urkesta Filarmoka abriram o festival com humor e crítica social. Entre o rock e a música pimba, ogrupo de nove amigos confirmou ter o dom de saber fazer a festa. Pelo palco Goshawk, passaram Flight of Eden, Morbid Death, Skills and The Bunny Crew, Spliff e Manolo.

Ao longo do dia de sol decorreram inúmeras atividades na praia do Monte Verde dedicadas a várias idades e gostos.

O evento prossegue hoje com Manel the Island Man, Plutonio, ProfJam, Eagle Eye Cherry, Vant, Vitalic, Azax Symdrom e Acid Wizard. No palco secundário, atuam Sippinpurpp, Yuzi, Pheonix RDC, Rushrap e D1scofever B2B Mike Tech.

Tempo põe à prova organização do MVF e resistência dos festivaleiros o tempo tem, nos dias três de festival, colocando à prova a organização do Monte Verde Festival e a resistência dos milhares de festivaleiros e campistas.

O atraso nos voos, de diversas companhias e proveniências, tem sido uma constante, obrigando a um enorme esforço por parte da organização e dos artistas com vista a cumprir com o compromisso com o público do festival.

A organização lamenta que, ontem, o concerto do DJ Tójó não se tenha realizado. Agradece a compreensão do artista e do público. Natural da Ribeira Grande, é uma presença assídua no festival e uma das apostas regionais.

É conhecido pelas suas misturas de géneros que vão desde o Hip hop e Trap ao Drum and Bass, sendo conhecido pelas suas atuações eletrizantes e capazes de agradar a vários tipos de público.

O final da noite de ontem foi marcado também pelo tempo com alguma chuva. Mesmo assim, o público não arredou pé do festival, nem do parque de campismo.