‘Só Tinha Saudades de Contar uma História’ de Joel Neto esta sexta-feira nas livrarias

Joel Neto

Um regresso à tradição das pequenas histórias pela mão de um dos notáveis da literatura portuguesa. Um pequeno mimo que a Cultura Editora e o próprio autor proporcionam aos leitores que fizeram o sucesso de Meridiano 28, Arquipélago e A Vida no Campo

O livro

É como um pequeno mimo ao leitor de Joel Neto. Com chegada às livrarias aprazada para esta sexta-feira, 11 de Janeiro, o conto Só Tinha Saudades de Contar uma História (Cultura (2019) pretende celebrar a memória da infância e, ao mesmo tempo, antecipar o segundo volume do diário A Vida no Campo, que tem lançamento previsto ainda para o primeiro semestre de 2019 e trará como subtítulo Os Anos da Maturidade.

A história passa-se num bairro indistinto de uma grande cidade e narra as façanhas de um polícia que se faz contador de histórias. Um contador dos bons, daqueles que sabem sempre a hora certa de parar. Todos os dias, pela manhã, um grupo de rapazotes se reúne à volta dele, a ouvir os relatos maravilhosos de outros povos e geografias. Mas a rotina acaba perturbada pelo crescimento da fama do polícia e a chegada de novos ouvintes…

«Quando nos distraíamos, recorria de imediato a um pormenor picante – cuecas de renda vermelha, um espião

dissimulado na noite, um vento saído de um recanto escuro de uma casa abandonada, e que nós sentíamos no

pescoço. Às vezes era misterioso, outras divertido, outras apenas enternecedor.»

Sobre o autor

Joel Neto é autor de mais de uma dúzia de livros de diferentes géneros, entre os quais Arquipélago (romance, 2015), A Vida no Campo (diário, 2016) e o mais recente Meridiano 28 (romance, 2018), que alcançaram os tops de vendas e o clamor da crítica.

Há mais de vinte anos que vem desenvolvendo a actividade de colunista, nomeadamente nos jornais Diário de Notícias, Jornal de Notícias e O Jogo. Tem livros e contos traduzidos em várias línguas e publica regularmente em antologias e revistas literárias portuguesas e estrangeiras.

Nasceu na ilha Terceira, nos Açores, e mudou-se para Lisboa aos 18 anos, para estudar Relações Internacionais. Depois de quase duas décadas de trabalho como repórter, editor e chefe de redacção na maior parte dos principais órgãos de imprensa portugueses, voltou à ilha natal em 2012, determinado a dedicar-se inteiramente à literatura.

Vive desde então no lugar dos Dois Caminhos, freguesia da Terra Chã, na companhia da mulher e dos dois cães. Aí escreve e cultiva uma horta, um pomar e um jardim de azáleas.

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