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O Secretário Regional da Saúde e Desporto garantiu hoje “a dignidade remuneratória dos enfermeiros especialistas”, reposicionando e remunerando “todos” de acordo com a sua antiguidade e graduação, “não deixando ninguém atrás”.

Numa mensagem publicada na página da Internet do Governo Regional, a propósito do Dia Internacional do Enfermeiro, Clélio Meneses sublinha que “agora, com os acordos estabelecidos no sentido de reparar situações com mais de uma década de injustiça no tratamento da classe, é o tempo” de concretizar “com atos aquilo que foi acordado em conjunto com todos os representantes da enfermagem açoriana”.

“Não deixando ninguém atrás, vamos conferir a dignidade remuneratória dos enfermeiros especialistas, reposicionando e remunerando todos de acordo com a sua antiguidade e graduação”, lê-se na mensagem.

Segundo o governante, através do regime de incentivos à fixação de enfermeiros, serão criadas condições de atratividade para assegurar “cuidados de saúde a todos os açorianos independentemente do seu local de residência”.

O secretário Regional da Saúde reiterou ainda o compromisso de “continuar o caminho de regularização de carreiras e remunerações”, para “recuperar o tempo em que isso foi mais prometido do que cumprido”.

As exigências da pandemia de covid-19 “não podem ser o argumento para o melhor tratamento aos enfermeiros desta terra, mas, apenas, mais um crédito para reforçar que a enfermagem é credora da comunidade”, defendeu ainda Clélio Meneses.

No Dia Internacional do Enfermeiro, o secretário Regional da Saúde do executivo de coligação PSD/CDS-PP/PPM destacou ainda “a coragem, o altruísmo, a dedicação e a vida” dos profissionais de enfermagem, que desempenham uma “missão única” merecedora de “gratidão e reconhecimento”.

Aos 1.872 enfermeiros do Serviço Regional de Saúde e para aqueles que exercem a sua atividade nos setores social e privado, assim como na prestação de cuidados assistenciais, Clélio Meneses deixou também “o agradecimento por tudo quanto têm feito pela saúde dos açorianos”.

“Hoje, como há 169 anos, quando a fundadora da enfermagem profissional se deslocou para tratar, proteger e salvar os enfermeiros ingleses na Guerra da Crimeia, os enfermeiros estão na linha da frente da coragem para enfrentar medos decorrentes das decisões dos homens, da força da natureza ou da doença”, sublinhou.

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