PUB

As operadoras aéreas do grupo SATA registaram 1.920.451 passageiros transportados em 2022, o que representou um crescimento de 49,9% em relação ao ano de 2021 e um novo máximo, anunciou hoje a companhia.

A SATA Air Açores, que assegura as ligações aéreas inter-ilhas, transportou um total de 837.236 passageiros, mais 32,2% em relação a 2021, e mais 9,2% em relação ao ano pré-pandémico de 2019.

A Azores Airlines, que assegura as ligações dos Açores com o exterior, transportou um total de 1.083.215 passageiros, mais 67,1% em relação ao ano anterior e mais 14,5% em relação a 2019, segundo uma nota de imprensa da empresa.

PUB

“Note-se que estes resultados de tráfego foram alcançados em 2022, ano ainda bastante marcado pela crise covid-19 no primeiro trimestre, a que se sobrepuseram os impactos da guerra na Ucrânia e, ainda, as disrupções operacionais sentidas em vários aeroportos nos continentes europeu e norte-americano, destinos que fazem parte da rede da Azores Airlines”, refere a SATA.

De acordo com a empresa, “as mais recentes estimativas indicam que o número de passageiros em 2022 tenha globalmente estado entre 10% a 15% abaixo de 2019, o que destaca a vitalidade das companhias aéreas do grupo SATA”.

“Em 2022, a disponibilidade e fiabilidade das frotas esteve a um nível elevado, o que permitiu cumprir com a globalidade do programa operacional. Na SATA Air Açores verificou-se ainda a adição de uma sétima aeronave no verão para responder à mobilidade na Região Autónoma dos Açores”, indica a companhia aérea.

A SATA refere que, “mesmo com um aumento significativo da oferta, o crescimento da procura permitiu o aumento do ‘loadload-factor’ médio anual (aproximação ao rácio entre o número de lugares disponibilizados e o número de lugares utilizados) na SATA Air Açores para 72% e na Azores Airlines para 75%, comparativamente com o ano transato”.

Para 2023, apesar da “extrema volatilidade dos mercados ser o principal desafio, o grupo SATA antecipa um ligeiro reforço dos números de tráfego, relativamente ao ano anterior”.

Pub