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Governo e parceiros sociais concluíram a reunião desta terça-feira sem consenso quanto ao valor do salário mínimo a partir do próximo ano. Este vencimento de referência aumentará, assim, para os 580 euros, nos termos da proposta do Executivo.

A falta de acordo frustra as expectativas das organizações sindicais.

A Confederação Geral dos Trabalhadores Portugueses, que se propunha subir o salário mínimo para 600 euros, saiu da reunião com uma meia vitória, já que, considera, o Governo não cedeu às reivindicações das entidades patronais.

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“Não houve acordo. Esta reunião confirmou que o Governo finalmente percebeu que não podia  continuar a ceder às confederações patronais que sistematicamente ao longo dos últimos anos têm, a pretexto do salário mínimo nacional, exigido mais contrapartidas”, referiu Arménio Carlos.

O secretário-geral da CGTP confirmou que a proposta a aplicar para a subida do salário mínimo será a do executivo mas prometeu que não irá ficar de braços cruzados.

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