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O deputado Rui Rocha foi hoje eleito o novo presidente da IL, tendo a moção apresentada pela sua lista à comissão executiva alcançado 51,7% dos votos.

À sucessão de João Cotrim Figueiredo apresentaram-se, pela primeira vez na história do partido, mais do que uma lista e disputaram a liderança os deputados e dirigentes Rui Rocha e Carla Castro e o conselheiro nacional José Cardoso na VII Convenção Nacional da IL, que termina hoje em Lisboa.

De acordo com o regimento à convenção, “é aprovada como Moção de Estratégia Global pela Convenção Nacional, a Moção que obtiver a maioria simples dos votos” e “a lista proponente da Moção de Estratégia Global mais votada é eleita como Comissão Executiva”.

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Lista de Rui Rocha consegue 24 de 50 mandatos ao Conselho Nacional

A lista ao Conselho Nacional afeta ao novo líder, Rui Rocha, elegeu 24 dos 50 lugares ao órgão máximo entre Convenções, enquanto a do fundador Miguel Ferreira da Silva conseguiu 14.

A lista B, liderada por Nuno Simões de Melo, apoiante da candidata derrotada Carla Castro, conseguiu apenas quatro mandatos.

A lista L, afeta a Rui Rocha e a única que entrega candidaturas a todos os órgãos a eleição era encabeçada pela atual presidente da mesa, Mariana Leitão.

A lista D, liderada por Rui Malheiro, conseguiu quatro mandatos e a lista S, com Márcio Oliveira Santos a encabeçar, conseguiu também quatro mandatos.

Rui Rocha promete transformação “muito rápida” no partido

O novo presidente da IL, Rui Rocha, prometeu hoje uma transformação “muito rápida” no partido, dizendo querer prepará-lo para “as batalhas” que quer travar no país.

No discurso de encerramento da VII Convenção da IL, no Centro de Congressos de Lisboa, o deputado diz que ouviu os membros, quer durante a campanha interna, quer durante a reunião magna.

“O partido precisa de transformação, nós vamos fazê-la e vamos fazê-la de forma muito rápida. Queremos o partido pronto para as batalhas que queremos combater”, disse.

Rui Rocha agradeceu ao presidente cessante e seu apoiante, João Cotrim Figueiredo, considerando-o “um líder extraordinário”, mas também aos dois candidatos derrotados, Carla Castro e José Cardoso, pela “coragem cívica que demonstraram e ao modo como contribuíram para esta eleição”.

“Para que não fiquem dúvidas, ao agradecer a Carla Castro e José Cardoso, conto com todos os liberais sem exceção. Todos os que queiram participar no futuro da IL. No futuro da IL, são todos muito bem-vindos, somos todos liberais, estamos cá para mudar Portugal”, afirmou.

Antes de subir ao palco para encerrar a convenção, o novo presidente da IL afirmou que o papel que Carla Castro, candidata derrotada, terá na IL “é aquele que tem hoje e tudo o que quiser fazer dentro da participação possível no partido”.

“O passado termina hoje na IL, hoje abrimos uma nova página de crescimento, só interessa o futuro da IL”, afirmou, em breves declarações aos jornalistas, entre muitos abraços com apoiantes.

O deputado Rui Rocha foi hoje eleito o novo presidente da IL, tendo a moção apresentada pela sua lista à comissão executiva alcançado 51,7% dos votos.

À sucessão de João Cotrim Figueiredo apresentaram-se, pela primeira vez na história do partido, mais do que uma lista e disputaram a liderança os deputados e dirigentes Rui Rocha e Carla Castro e o conselheiro nacional José Cardoso na VII Convenção Nacional da IL, que termina hoje em Lisboa.

Rui Rocha diz que Governo está esgotado e “politicamente morto”

O novo presidente da IL, Rui Rocha, afirmou hoje que o partido vai “continuar a liderar a oposição”, considerando que o Governo do PS pode “agarrar-se ao poder”, mas “está completamente esgotado e politicamente morto”.

No discurso de vitória das eleições internas da IL, Rui Rocha garantiu que o partido “assume as suas responsabilidades” e vai “liderar a oposição” como considera que tem feito até aqui, dando o exemplo da posição em relação à TAP, do posicionamento sobre “os abusos da pandemia” e do foco no crescimento económico.

“O Governo pode agarrar-se ao poder, mas o Governo do PS está completamente esgotado, está politicamente morto e fomos nós que o declarámos com a moção de censura”, afirmou.

O novo presidente reiterou o objetivo da campanha de alcançar 15% caso as eleições legislativas aconteçam quando planeado, assegurando que o partido se compromete a “acabar com o bipartidarismo” que é “nefasto para Portugal”.

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