Pub

A Ordem dos Contabilistas Certificados, divulgou, ontem, o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses, um documento de referência incontornável no panorama autárquico e que reflete as contas das autarquias portuguesas, alusivas ao ano de 2021, onde se destaca a posição da Ribeira Grande ao nível do equilíbrio orçamental, tendo a mesma ficado em 4.º lugar no ranking nacional, de um elenco de 308 municípios, e em 1.º lugar ao nível regional.

Para além disso, a Ribeira Grande foi a segunda melhor dos Açores em termos da receita arrecadada com o IMT (Imposto Municipal sobre as Transações), no valor de 1.219.204 euros, o que evidencia a sua dinâmica relativamente às transações imobiliárias, sendo apenas superada por Ponta Delgada.

Merece ainda destaque a classificação obtida, ao nível nacional, dos maiores resultados económicos líquidos, na qual a Ribeira Grande ficou em 41.º lugar, com 2.446.408 euros, e ao nível regional, o 3.º lugar no grau de execução da receita cobrada, com 100,3% de taxa de concretização.

Para Alexandre Gaudêncio, presidente da Câmara Municipal, “os resultados são bastante satisfatórios, atendendo ao ano anómalo provocado pela pandemia. No entanto, a autarquia soube gerir os seus recursos financeiros, como agora demonstrado, oficialmente, pela Ordem dos Contabilistas Certificados”.

O edil destacou, ainda, o rigor e o trabalho que o seu executivo tem vindo a desenvolver, desde 2013, na busca constante pelo alcance de bons resultados, desenvolvimento do concelho e bem-estar da população.

Pub