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O líder parlamentar do PSD/Açores afirmou hoje que a opção de ter um Orçamento com endividamento zero permite “proteger os açorianos”, realçando a “responsabilidade social” do documento para dar resposta à crise inflacionista.

“A opção pelo endividamento zero é o virar da página dos impostos altos e de ainda mais dívida. Optar pelo endividamento zero é proteger os açorianos. A aprovação do Orçamento para 2023 assegura também um apoio muito significativo às empresas”, declarou Bruto da Costa.

O social-democrata falava final do debate do Plano e Orçamento para 2023, que decorre na Assembleia Regional, na Horta.

Bruto da Costa destacou que a “prioridade” do Governo Regional (PSD/CDS-PP/PPM) é “proteger os açorianos” da “crise internacional”, num contexto de aumento do custo de vida.

“Este é um Orçamento que estabelece como prioridade a proteção social, reforçando os apoios às famílias e às pessoas com carências económicas, bem como à classe média açoriana”, afirmou, destacando que atualmente existem 117 mil açorianos empregados, “o número mais elevado de sempre”, e que a “economia dos Açores cresce há 17 meses consecutivos”.

O parlamentar salientou ainda que o Plano e o Orçamento para 2023 são “documentos fundamentais para deixar os açorianos mais protegidos para enfrentar o período de incerteza”, marcado pela guerra na Ucrânia e pela inflação, e enalteceu o reforço dos apoios sociais.

“Essa é a grande prioridade do Governo para 2023: fazer uso das competências regionais e dos recursos disponíveis para deixar os açorianos mais protegidos da crise internacional”, sublinhou.

Bruto da Costa criticou ainda o PS, o maior partido da oposição nos Açores, que “optou pela falta de comparência” no debate do Orçamento para 2023 e “limitou-se a picar o ponto” para “fingir que fez alguma coisa”.

O líder parlamentar do PSD/Açores acusou também os socialistas de só terem “como prioridade proteger a carreira política” do líder do PS na região, Vasco Cordeiro, estando “transformado no partido do pessimismo”.

“Este debate deixou bem evidente que já nada de positivo se pode esperar de uma oposição pessimista, ressentida e apática”, criticou.

Por outro lado, Bruto da Costa salientou que o PSD faz parte de um “projeto político abrangente, em que as diferenças são sempre ultrapassadas com diálogo e concertação”.

“Com a aprovação deste Orçamento e as reduções de impostos já implementadas esta legislatura, são devolvidos aos açorianos mais de 140 milhões de euros, mesmo com a oposição do PS e do Bloco de Esquerda – os partidos da austeridade fiscal”, afirmou.

O Orçamento dos Açores para 2023, de cerca de 1,9 mil milhões de euros, começou na segunda-feira a ser debatido no plenário da Assembleia Legislativa Regional.

O atual Governo dos Açores, de coligação PSD/CDS-PP/PPM e com o apoio parlamentar de Chega, IL e deputado independente, tomou posse em novembro de 2020, após 24 anos de governação socialista na região.

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