Prisão preventiva para mentor de alegada rede de tráfico de droga em Ponta Delgada

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Um homem ficou em prisão preventiva e outro com apresentações periódicas às autoridades, por suspeita da “venda de droga sintética e heroína”, através de uma alegada rede de tráfico de droga, no concelho de Ponta Delgada, informou hoje a PSP.

Segundo o Comando Regional da PSP nos Açores, os dois detidos têm 30 e 46 anos e são “suspeitos da venda de drogas duras, concretamente droga sintética e heroína, em diferentes locais da freguesia de São Roque”, no concelho de Ponta Delgada, na ilha de São Miguel.

Em comunicado, a polícia adianta que os elementos de prova recolhidos e a abordagem feita a uma dos detidos, “em três ocasiões distintas ao longo dos últimos dois anos”, implicam um dos arguidos como “mentor de uma rede de tráfico de droga montada na freguesia de São Roque”.

Aquele detido já estava “referenciado em função de penas de prisão cumpridas ligadas a crimes de roubo, furtos e outros de menor gravidade social, inclusivamente através de buscas à respetiva residência”, indica ainda a PSP.

As diligências dos investigadores da Brigada Anticrime da PSP permitiram “descortinar que o tráfico de droga” era alegadamente feito “numa primeira fase preferencialmente” no centro da freguesia, passando posteriormente “a ter como centro de operações a própria residência de um dos arguidos, onde era sistematicamente contactado por vários consumidores” de “diferentes pontos da ilha de São Miguel”.

Após terem sido presentes a interrogatório judicial no Tribunal de Ponta Delgada, um dos arguidos “aguardará o desenrolar do processo sujeito a apresentações obrigatórias perante as autoridades”, lê-se no comunicado.

O “principal visado na investigação encontra-se, desde já, sujeito à medida de coação mais gravosa, a prisão preventiva”, acrescenta.

O Comando Regional dos Açores sublinha que “a prioridade concedida à prevenção e combate ao consumo e tráfico de droga na ilha de São Miguel e, simultaneamente, a eficácia evidenciada pelas autoridades poderá ser atestada pelo quarto arguido detido e sujeito a prisão preventiva em pouco mais de um mês”.

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