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O Presidente do PS, Carlos César elogiou hoje, na rede social Facebook, o discurso de tomada de posse de Marcelo Rebelo de Sousa.

 

Temos Presidente!
O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa acaba de tomar posse, em sessão solene na Assembleia da…

Publicado por Carlos César em Terça-feira, 9 de março de 2021

 

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“Temos Presidente!”, começa por escrever o antigo presidente do Governo dos Açores,
“O Presidente Marcelo Rebelo de Sousa acaba de tomar posse, em sessão solene na Assembleia da República, iniciando o seu segundo mandato com um excelente discurso”.

Carlos César disse ainda que Marcelo fez “um discurso proferido em “estado de emergência”, mas elegante na sua forma, sereno nos seus alertas e rico e múltiplo no seu conteúdo e na identificação das prioridades nacionais. Uma agenda que todos, mas, em especial, o PS, corrobora”, sustenta o socialista, num texto escrito na sua página no Facebook. Marcelo diz, de si mesmo, que será igual a si próprio e que não mudou. Ou seja, será previsível no que terá de decidir, fazer ou dizer nestes próximos cinco anos, em que muito, porém, poderá acontecer.

Para o presidente do PS, “os problemas e as soluções com que o País se deparará serão diferentes e mais complexos, pelo que as incumbências do Presidente também o serão. Ao Presidente da República não compete governar, mas competirá influir e contribuir para a boa superação desses desafios. O Portugal que nos espera é bem diferente daquele que teríamos se tivéssemos prosseguido com os indicadores e no caminho que estávamos a fazer há um ano, antes da pandemia. Foram doze meses “demolidores” da vida das pessoas, das famílias, das empresas, da economia, do País. Como disse o Presidente, “teremos de reconstruir a vida das pessoas”, que é, como quem diz, reconstruir o País. A preservação da democracia e da estabilidade política é, nesses contextos, essencial. A atenção ao combate às desigualdades e a atenção aos setores mais frágeis e mais dependentes da mão amiga do Estado, também. O acerto das políticas de recuperação económica será decisivo”.

E prossegue: “na noite em que ele foi eleito, salientei que a vitória de Marcelo era “uma boa notícia para o PS”, pelo seu valor “para a confirmação do regime democrático, a valorização da estabilidade política e a continuidade de uma prática responsável de cooperação entre o presidente e o Governo”. Foi, certamente, pensando assim que a maioria dos eleitores habitualmente votantes no PS votaram em Marcelo naquela noite. A sua candidatura e, naturalmente, a sua eleição, foram especialmente bem recebidas pelos que, independentemente das suas opções partidárias, apreciam uma forma de exercício do cargo aberta e próxima das pessoas e que apreciam a moderação, a ponderação e o equilíbrio nas decisões que lhe cabem, para além da capacidade alargada de diálogo. É isso que se espera neste seu segundo mandato. Um Presidente ativo na interlocução com os partidos políticos e os parceiros sociais, e, por isso, útil na concertação social. Um Presidente preponderante na ultrapassagem dos impasses, mas respeitador das suas competências constitucionais. Um Presidente que valorizará, antes de qualquer outra acção, um dos seus mais preciosos poderes: “o poder da palavra”.”.

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