“A intenção é dar dignidade a quem queira sair da atividade”, justificou o governante, durante a apresentação, ao Conselho Regional das Pescas, reunido na cidade da Horta, do plano de reestruturação do setor das pescas, prometido pelo Governo deste o início desta legislatura.

De acordo com o levantamento efetuado por um grupo de trabalho que integra associações de pescas e parceiros independentes, a frota de pesca açoriana é maioritariamente composta por barcos de pesca artesanal (cerca de 550), 60% dos quais com menos de nove metros de comprimento e com uma média de idade de 25 anos.

“Aquilo que se pretende garantir com esta medida é, no fundo, um sistema que dê dignidade àqueles que saem desta atividade, de embarcações com comprimento inferior a 12 metros, e que é construído direcionando para aquelas ilhas em que a área de pesca disponível por embarcação é mais reduzida”, acrescentou Vasco Cordeiro.