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O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada vincou, esta quinta-feira, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, que a autarquia vai reforçar o seu compromisso “em defesa dos valores da integridade e transparência” no desporto.

“Ponta Delgada assume a responsabilidade de ser uma parceira na imposição de valores fundamentais como o da integridade para que não haja, em momento algum, qualquer tipo de suspeição sobre a prática desportiva”, frisou Pedro Nascimento Cabral.

O autarca falava aos órgãos de comunicação social e à PDL TV, após a assinatura de um memorando de entendimento com a SIGA, organização não-governamental que esteve representada pelo CEO Emanuel Medeiros.

“Esta aliança com a SIGA representa um salto qualitativo na promoção de comportamentos exemplares no desporto e na regulação das entidades que estão envolvidas neste meio; refiro-me a valores como integridade, transparência, solidariedade e ao verdadeiro escrutínio na prestação de boas contas por parte das organizações”, aprofundou o Presidente do Município.

SIGA, refira-se, é o acrónimo de Sport Integrity Global Alliance (Aliança Global de Integridade no Desporto, em português), entidade que une mais de uma centena de associados e parceiros internacionais em torno da salvaguarda da credibilidade do desporto como um todo.

Na cerimónia que teve lugar, esta quinta-feira, o CEO Emanuel Medeiros – “um filho da terra”, como se declarou – sublinhou ser com “profundo orgulho” que vê a Câmara Municipal de Ponta Delgada associar-se aos desideratos da SIGA.

Num discurso onde se permitiu a visitar a “geografia de memórias e de afetos”, mas que fez por não redundar no “mero saudosismo”, o pontadelgadense Emanuel Medeiros saudou a posição determinada da autarquia na defesa dos mais elevados padrões de integridade no desporto.

Em matéria da credibilidade desportiva, “é muito mais fácil deixarmo-nos ir nas circunstâncias e no facilitismo, mas quis o Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada e o seu elenco assumir uma posição”, lembrou o responsável.

“Há circunstâncias na vida que não se compadecem com neutralidade; se se quer integridade num setor tão pujante e tão determinante nesta cidade, nesta ilha, e nesta Região não se pode ser neutro – ou se é a favor da integridade e assume-se, ou se é contra e também se assume”, asseverou.

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