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Frente ao surpreendente vencedor do Grupo 1, no qual se superiorizou à Rússia, campeã do mundo, e à Espanha, ambos com cinco títulos europeus, os bielorrussos estiverem aquém do seu desempenho no torneio, ao contrário dos lusos que estiveram sempre em crescendo.

Portugal começou por sentir algumas dificuldades ante a Ucrânia, com 7-5 selado somente a dois segundos do fim, e Suíça, com tangencial 3-2, mas subiu de rendimento frente à Itália (6-3), melhoria que confirmou neste êxito na final.

Frente a um adversário forte fisicamente, Portugal tardou a marcar: com o resultado em branco, ainda beneficiou do facto de Ryabko ter falhado um penálti.

Remates certeiros de Léo Martins, aos 10 e 12 minutos, e Jordan, aos 10, começaram a desbloquear o encontro, que até ia sendo calmo para o guarda-redes Elinton Andrade, face à pressão alta dos seus companheiros.

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O penálti convertido por Rodrigo Pinhal (14) indiciava uma tarde tranquila, ideia reforçada com novos tentos de Jordan Santos (21) e, já no terceiro período, de André Lourenço (25 e 26).

Portugal chegou a estar a golear por 6-0 e ameaçava o escândalo, quando remates certeiros de Ryabko (26), Chaikouski (26 e 30) e Novikau (27) mudaram tudo, agora num 7-4 mais ameaçador, selado com vistoso remate à ‘meia-volta’.

Com ainda meia dúzia de minutos para disputar estava tudo em aberto, até porque Bê Martins já tinha sido expulso (29).

A formação das ‘quinas’ acabou por fazer valer a sua experiência, conseguindo estancar a reação do conjunto do Leste europeu, que foi perdendo fulgor à medida que o tempo escoava.

Portugal somou o seu oitavo título, depois dos êxitos em 2002, 2007, 2008, 2010, 2015, 2019 e 2020, mais três cetros do que Espanha e Rússia, com cinco.

A Itália tem dois títulos, enquanto a França, Suíça, Ucrânia e Alemanha ganharam a prova em uma ocasião.

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