PUB

Ponta Delgada entregou hoje a candidatura final a Capital Europeia da Cultura 2027, um projeto que “parte da cultura do lugar” para explorar as relações de “simbiose” entre o homem e a natureza da cidade açoriana.

Em declarações à agência Lusa, após a entrega do dossiê de candidatura da fase de seleção no Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais, em Lisboa, o diretor artístico de Ponta Delgada – Azores 2027, António Pedro Lopes, reforçou que a candidatura explora a ligação do arquipélago à natureza.

“É uma candidatura que parte da cultura do lugar. Cultura esta que está extremamente ligada à sua natureza”, destacou.

PUB

António Pedro Lopes avançou que o projeto de Ponta Delgada “propõe um laboratório e um recreio” para os agentes culturais, ao mesmo tempo que “celebra” as identidades da região.

“É uma candidatura que explora essas relações: relações de sustentabilidade, de regeneração, de fusão, de simbiose, para, de uma vez por todas, acabar com a ideia de que o Homem e a humanidade estão acima da natureza. Não. Há procura de um lugar do equilíbrio”, vincou.

Ressalvando de que se trata de um “processo e não de uma competição”, o diretor artístico considerou, contudo, o projeto de Ponta Delgada “muito particular” no contexto nacional.

António Pedro Lopes, que foi um dos fundadores do festival Tremor, acrescentou que a candidatura pretende homenagear a forma “como a cidade e a região se abriram ao mundo” na última década, por via do turismo e da atividade cultural.

“O projeto propõe um palco para, a partir das relações da natureza com a humanidade num lugar de simbiose, pensarmos em que mundo queremos viver e como esses setores da cultura podem ser envolvidos”, apontou.

Desde que Ponta Delgada foi pré-selecionada, prosseguiu, a equipa procurou “enriquecer a candidatura”, levando-a às nove ilhas dos Açores, envolvendo mais agentes culturais, mas mantendo o “conceito original de natureza humana”.

Não detalhando os valores envolvidos na candidatura, António Pedro Lopes realçou que o município de Ponta Delgada e o Governo Regional dos Açores “trataram muito positivamente” a recomendação do júri da fase inicial, que alertou para a necessidade de existir um maior investimento.

“Os cinco anos de implementação são anos de preparação. São anos de capacitação dos setores culturais e criativos e da sociedade civil, de expansão do programa cultural e criativo e de criação de mais parcerias regionais, nacionais e internacionais”, concluiu.

Em 2027, Portugal terá uma Capital Europeia da Cultura pela quarta vez, após Lisboa, em 1994, Porto, em 2001, e Guimarães, em 2012. Haverá ainda em 2027 outra Capital Europeia da Cultura na Letónia.

As quatro cidades que passaram à fase final, escolhidas de entre 12 municípios candidatos, foram Évora, Ponta Delgada, Braga e Aveiro.

Ponta Delgada entregou hoje a candidatura final a Capital Europeia da Cultura 2027, um projeto que “parte da cultura do lugar” para explorar as relações de “simbiose” entre o homem e a natureza da cidade açoriana.

Em declarações à agência Lusa, após a entrega do dossiê de candidatura da fase de seleção no Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais, em Lisboa, o diretor artístico de Ponta Delgada – Azores 2027, António Pedro Lopes, reforçou que a candidatura explora a ligação do arquipélago à natureza.

“É uma candidatura que parte da cultura do lugar. Cultura esta que está extremamente ligada à sua natureza”, destacou.

António Pedro Lopes avançou que o projeto de Ponta Delgada “propõe um laboratório e um recreio” para os agentes culturais, ao mesmo tempo que “celebra” as identidades da região.

“É uma candidatura que explora essas relações: relações de sustentabilidade, de regeneração, de fusão, de simbiose, para, de uma vez por todas, acabar com a ideia de que o Homem e a humanidade estão acima da natureza. Não. Há procura de um lugar do equilíbrio”, vincou.

Ressalvando de que se trata de um “processo e não de uma competição”, o diretor artístico considerou, contudo, o projeto de Ponta Delgada “muito particular” no contexto nacional.

António Pedro Lopes, que foi um dos fundadores do festival Tremor, acrescentou que a candidatura pretende homenagear a forma “como a cidade e a região se abriram ao mundo” na última década, por via do turismo e da atividade cultural.

“O projeto propõe um palco para, a partir das relações da natureza com a humanidade num lugar de simbiose, pensarmos em que mundo queremos viver e como esses setores da cultura podem ser envolvidos”, apontou.

Desde que Ponta Delgada foi pré-selecionada, prosseguiu, a equipa procurou “enriquecer a candidatura”, levando-a às nove ilhas dos Açores, envolvendo mais agentes culturais, mas mantendo o “conceito original de natureza humana”.

Não detalhando os valores envolvidos na candidatura, António Pedro Lopes realçou que o município de Ponta Delgada e o Governo Regional dos Açores “trataram muito positivamente” a recomendação do júri da fase inicial, que alertou para a necessidade de existir um maior investimento.

“Os cinco anos de implementação são anos de preparação. São anos de capacitação dos setores culturais e criativos e da sociedade civil, de expansão do programa cultural e criativo e de criação de mais parcerias regionais, nacionais e internacionais”, concluiu.

O Presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, Pedro Nascimento Cabral, reafirmou estar confiante de que Ponta Delgada vai ser Capital Europeia da Cultura em 2027.

Pedro Nascimento Cabral disse aos jornalistas que “estamos juntos neste grande projeto que é Ponta Delgada ser Capital Europeia da Cultura em 2027”, manifestou o Presidente do Município, considerando tratar-se de “um projeto de extrema importância não só para o nosso desenvolvimento cultural, mas também para o crescimento social e económico”.

O autarca falava no Salão Nobre dos Paços do Concelho na sequência da entrega, esta quinta-feira, no GEPAC – Gabinete de Estratégia, Planeamento e Avaliação Culturais, do dossier de candidatura da fase de seleção.

Em 2027, Portugal terá uma Capital Europeia da Cultura pela quarta vez, após Lisboa, em 1994, Porto, em 2001, e Guimarães, em 2012. Haverá ainda em 2027 outra Capital Europeia da Cultura na Letónia.

As quatro cidades que passaram à fase final, escolhidas de entre 12 municípios candidatos, foram Évora, Ponta Delgada, Braga e Aveiro.

Pub