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“É um dever dos Partidos Políticos existentes nos Açores estimular os Açorianos a participar neste processo eleitoral das próximas eleições Europeias. É um dever do partido que tem um candidato elegível, do partido que não tem candidato – para mais quando não tem candidato porque não foi capaz de o ter – e dos partidos que têm candidatos que não são elegíveis”, defendeu André Bradford, no debate “Desafios dos Açores na Europa Pós-2020”.

A iniciativa decorreu esta segunda-feira, na ilha Terceira, no âmbito das jornadas parlamentares que o Grupo Parlamentar do PS no Parlamento Açoriano está a organizar, contando com a participação do cabeça de lista do Partido Socialista às eleições Europeias, Pedro Marques, e do Presidente do PS/Açores, Vasco Cordeiro.

Para o candidato do PS/Açores ao Parlamento Europeu “é um dever de todos suscitar essa dinâmica, suscitar essa vontade dos Açorianos participarem, explicar, ouvir e debater com os cidadãos”, avançando André Bradford com críticas a outros responsáveis políticos por “se demitirem de ouvir os Açorianos”.

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“Ando há dois meses, todos os dias, a desenvolver ações de campanha, a contatar entidades, a fazer visitas, a dialogar com os Açorianos, e devo dizer que, nesses dois meses, não encontrei nenhum partido a fazer o mesmo e isso é, do meu ponto de vista, inaceitável”, realçou.

Ainda durante o debate, André Bradford enumerou alguns dos principais desafios que se colocam aos Açores, nomeadamente em termos da “ideia de Europa” e da “importância das Regiões Ultraperiféricas na Europa”.

“O conceito de Ultraperiferia é uma conquista inegável, mas não se pode resumir a um exotismo geográfico e deve ser repensado, até redimensionado, para garantir que se alcançam um conjunto de soluções que respondem ao que efetivamente significa ser Ultraperiferia”, finalizou o candidato do PS/Açores às eleições Europeias do próximo dia 26 de maio, André Bradford.

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