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O Presidente do Governo destacou hoje a “opção política” de garantir aos Açorianos o seu direito à habitação, o que permitiu que, nos últimos três anos, tivessem sido apoiadas cerca de 4.000 famílias de toda a Região, num investimento superior a 35 milhões de euros.

“Esta é uma das medidas que concretiza um determinado sentido de Região, um determinado sentido daquela que deve ser a atuação dos poderes públicos, uma vez que corresponde a uma opção política de afetar recursos de todos os Açorianos a estas políticas de habitação”, afirmou Vasco Cordeiro.

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O Presidente do Governo falava na freguesia dos Ginetes, concelho de Ponta Delgada, na cerimónia de atribuição de apoios para a recuperação de habitação degradada e de assinatura de acordos com juntas de freguesia e Instituições Particulares de Solidariedade Social, destinados à eliminação de barreiras arquitetónicas, tornando as habitações mais seguras para os idosos e pessoas com mobilidade reduzida.

“São cerca de 100 famílias que, nesta cerimónia de hoje, viram melhorado o seu direito à habitação, o que é algo muito significativo, desde logo para as próprias famílias, mas também para as entidades públicas e para os nossos parceiros, o que nos deve motivar para, até ao limite das nossas competências e dos nossos recursos, prosseguirmos este trabalho”, assegurou Vasco Cordeiro.

No terceiro dia da visita do Governo a São Miguel, o Presidente do Governo adiantou ainda que, nesta legislatura, e apenas nesta ilha, já foram investidos cerca de 5,5 milhões de euros na recuperação de habitações degradadas, abrangendo um total de 530 famílias.

“São apoios que fazem a diferença também para as cerca de 530 famílias de São Miguel que, apenas nesta legislatura, viram a sua situação melhorada ou resolvida, o que é um bom investimento na dignidade e no cumprimento deste direito à habitação”, destacou.

“É isso que o Governo faz com aqueles que são os recursos que nos chegam por via do pagamento dos impostos dos Açorianos. Por isso, estes contratos implicam, para as duas partes, uma gestão criteriosa dos recursos, garantindo que eles se destinam a concretizar este direito”, concluiu o Presidente do Governo.

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