Na nota emitida, o clube madeirense considera que o “fim da tarifa de desporto põe em causa a participação nacional”.

É referido que essa prática, “com longos anos” por parte da TAP, permitia “às equipas desportivas da Região poder viajar com preços e em condições de reserva e emissão de bilhetes de acordo com as especificidades da atividade e o modelo do subsídio de mobilidade em vigor”.

Ou seja, ficavam “criadas condições para que a comparência nos jogos fora da Região fosse assegurada sem custos extra para as equipas”.

Com a eliminação da aludida tarifa, como é ressalvado no comunicado, “ficam as equipas sujeitas aos preços e às condições de reserva aplicadas aos passageiros em geral, sendo claramente desrespeitada a especificidade da atividade e a sua relevância para o desporto da Região e do país”.

A concluir, o Nacional assegura que acompanhará com atenção os seus desenvolvimentos e “com grande preocupação”, lançando um “apelo a uma rápida e pronta intervenção das entidades governamentais por forma a que seja a reposta a tarifa de desporto”, antevendo que os custos das viagens poderão se tornar “incomportáveis, a ponto de por em causa a própria presença de equipas em alguns jogos”.