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“O movimento ‘Açores Primeiro’, do Partido Socialista, é um movimento de participação cívica que vai muito além das fronteiras partidárias, visando envolver todos os Açorianos na definição dos desafios de futuro da Região, na identificação dos problemas e na descoberta de soluções”, sublinhou este sábado o secretário coordenador do PS/Açores da ilha Terceira.

Sérgio Ávila, que falava durante a Comissão Regional do PS/Açores, que decorreu em São Mateus, Angra do Heroísmo, destacou desta forma a confiança e tranquilidade com que o partido encara os desafios do próximo ano: “desafios a favor do desenvolvimento dos Açores, a favor de reforçar o rendimento disponível das famílias, reforçar a competitividade das nossas empresas, reforçar também o emprego e a sua qualidade e estabilidade, envolvendo cada vez mais Açorianos nesse processo de desenvolvimento”.

“Esta Comissão Política Regional permitiu fazer um balanço do desenvolvimento da nossa Região, daquilo que tem sido o crescimento económico, assente num aumento do rendimento disponível das famílias, e a competitividade da nossa economia, sem mudar a trajetória que temos vindo a fazer, em convergência com o nível do crescimento do rendimento e da riqueza face aos padrões europeus”, acrescentou, lembrando ainda as prioridades definidas nesta legislatura, nomeadamente ao nível do emprego, com mais qualidade e mais estável, e cujos resultados o Instituto Nacional de Estatística demonstrou esta semana.

Já ao nível da Comissão Eventual para a Reforma da Autonomia o socialista lembrou que a mesma pretende ser um processo o mais consensual possível, com a participação de todos os partidos, havendo neste momento “um esforço para se criarem as soluções mais consensuais”.

Identificadas as propostas de base do Partido Socialista, Sérgio Ávila sublinhou que importa agora, que com esse trabalho conjunto desenvolvido no âmbito da comissão, “conciliar aquilo que são as propostas do PS com a integração de contributos de outros partidos para que se gere a solução mais consensual possível, mas também compreendemos que, neste momento, alguns dos partidos não tenham condições ao seu nível interno para dar esse contributo”, sublinhou.

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