Governo dos Açores preparado para renovação geracional de médicos de família

A renovação de médicos de família preocupa a Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, mas o secretário regional da Saúde dos Açores, Rui Luís, considera que a “perspetiva para o futuro parece ser bastante risonha”.

“Estamos a viver uma situação particular, que é a renovação geracional: uma saída de um grande número de médicos de família e por sua vez a capacidade de termos novos médicos de família em exercício nos próximos anos”, explicou hoje o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Rui Nogueira, à saída de uma reunião com o secretário regional da Saúde dos Açores.

Rui Nogueira referia-se a uma situação que é comum a todo o país, uma vez que, a nível nacional, um terço dos médicos de família vão mudar nos próximos cinco anos, apontando como grande desafio desta mudança “a reestruturação das unidades de saúde”, que deve ser feita “tendo em conta as novas realidades, os novos desafios, as novas necessidades da população, tendo em conta também aquilo que é a evolução da medicina”.

O secretário regional da Saúde, Rui Luís, reconhece o problema, afirmando que, neste momento, os concelhos de Praia da Vitória e Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, e Ponta Delgada, em São Miguel, têm falta de médicos de família, mas garante que “a perspetiva para o futuro parece ser bastante risonha”, uma vez que o executivo tem vindo a “apressar e acelerar os concursos” e que a região tem conseguido “algum poder” de atração para médicos de Medicina Geral e Familiar.

“Estamos a viver uma situação particular, que é a renovação geracional: uma saída de um grande número de médicos de família e por sua vez a capacidade de termos novos médicos de família em exercício nos próximos anos”, explicou hoje o presidente da Associação Portuguesa de Medicina Geral e Familiar, Rui Nogueira, à saída de uma reunião com o secretário regional da Saúde dos Açores.

Rui Nogueira referia-se a uma situação que é comum a todo o país, uma vez que, a nível nacional, um terço dos médicos de família vão mudar nos próximos cinco anos, apontando como grande desafio desta mudança “a reestruturação das unidades de saúde”, que deve ser feita “tendo em conta as novas realidades, os novos desafios, as novas necessidades da população, tendo em conta também aquilo que é a evolução da medicina”.

O secretário regional da Saúde, Rui Luís, reconhece o problema, afirmando que, neste momento, os concelhos de Praia da Vitória e Angra do Heroísmo, na ilha Terceira, e Ponta Delgada, em São Miguel, têm falta de médicos de família, mas garante que “a perspetiva para o futuro parece ser bastante risonha”, uma vez que o executivo tem vindo a “apressar e acelerar os concursos” e que a região tem conseguido “algum poder” de atração para médicos de Medicina Geral e Familiar.