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O Presidente da República defendeu hoje que todos os portugueses, mesmo os que dão primazia à economia, devem considerar a necessidade de se garantir o direito à vida dos doentes, evitando a rutura dos serviços de saúde.

Numa comunicação ao país, a partir do Palácio de Belém, em Lisboa, Marcelo Rebelo de Sousa considerou que “no pensamento de responsáveis políticos como no de todos os portugueses” deverá estar presente “a brutal pressão que existe sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e mesmo sobre o sistema nacional de saúde em geral”.

O chefe de Estado disse que essa pressão “vai aumentar nos próximos dias e semanas” e que “cumpre evitar que culmine em situações críticas generalizadas, o que implica a exigência de tentar conter o curso da pandemia em dezembro e certamente também nos primeiros meses de 2021”.