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Assim, na Avenida Infante D. Henrique, mesmo em frente ao Forte de Brás, os Maios em exposição recriam um cenário com 4 Maios, que exemplificam o apoio e a forma como as respostas sociais tiveram de se adaptar para ajudar a população sem abrigo.

Há um Maio que chega ao Centro Ocupacional em situação de sem abrigo, sendo recebido pelo colaborador devidamente equipado, que cede o vestuário e o Kit de higiene pessoal para poder cuidar da sua higiene.

Depois, surge um Maio após os cuidados de higiene, com outra apresentação e mais confortável.

Por fim, foi criado outro Maio a desfrutar de uma refeição na Casa dos Manaias.

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Diariamente, a Casa dos Manaias assegura os cuidados de higiene pessoal, alimentação e uma palavra de conforto. O tema surge para homenagear e agradecer aos profissionais da área social, que têm sido agentes ativos durante este período de pandemia.

O objetivo desta iniciativa é retratar o apoio que os sem abrigo beneficiaram (e continuam a beneficiar) durante este período de pandemia.

Também a Rede Municipal de ATL assinala a tradição dos Maios com uma exposição, no Jardim Sena Freitas, subordinada ao tema “COVID-19”.

Estão expostos 26 Maios em representação de diversos cenários relacionados com a COVID-19, nomeadamente as consequências que advieram da pandemia.

São retratados cenários como “O casamento adiado”, “O ensino à distância”, “Uma família em tarde de confinamento”, “O Anjo da Saúde”, “Alguns Super heróis em tempo de pandemia”, “O Centro de vacinação e sua importância”, “A enfermeira e a vacina”, “O Teletrabalho e os filhos em ensino à distância”, “O desconfinamento louco entre um casal” e “Vamos passear os animais de estimação”.

Os Maios são bonecos artesanais que representam pessoas em tamanho real e são acompanhados de versos e rimas com diversas sátiras sociais. Na confeção dos Maios foram reutilizados materiais diversos e foram utilizadas várias técnicas de pintura.

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