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“No dia 10 de junho de 2021, há a reportar três novos casos de infeção por SARS-CoV-2 na Região Autónoma da Madeira, pelo que a região passa a contabilizar 9.514 casos confirmados de covid-19 [desde o início da pandemia]”, refere a DRS.

Em relação aos novos casos, um é importado da região Centro e os restantes dois são de transmissão local, “associados a contactos de casos positivos”.

O arquipélago contabiliza também um total de 72 óbitos associados à doença.

Os dados divulgados hoje pela autoridade regional diferem dos apresentados pela Direção-Geral da Saúde (DGS), que atribuiu ao arquipélago seis novos positivos, num total de 9.776 desde o início da pandemia, e 69 mortos.

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As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

Sobre as 78 situações ativas é referido que 14 são casos importados e 64 de transmissão local, estando estas pessoas a cumprir isolamento.

No Hospital Dr. Nélio Mendonça, no Funchal, quatro doentes estão internados em Unidades Polivalentes dedicadas à covid-19 e nenhum nos cuidados intensivos.

Outros oito infetados estão numa unidade hoteleira e os restantes permanecem em alojamento próprio, segundo a autoridade regional.

No documento é também referido que há 37 situações em apreciação pelas autoridades de saúde, estando “relacionadas com viajantes identificados no aeroporto, contactos com casos positivos ou outras situações reportadas”.

Por outro lado, 402 pessoas estão em vigilância ativa nos vários concelhos da Madeira e no Porto Santo, e 21.618 viajantes estão monitorizados com recurso à aplicação MadeiraSafe.

A pandemia de provocou pelo menos 3.764.250 mortos no mundo, resultantes de mais de 174,3 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

Em Portugal, morreram 17.043 pessoas dos 855.432 casos de infeção confirmados, de acordo com o boletim mais recente da Direção-Geral da Saúde.

A doença é transmitida pelo novo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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