Em comunicado à agência Lusa, a instituição bancária e de crédito com sede e atividade nos Açores acrescenta que no mesmo período registou-se um aumento positivo no produto da atividade do banco e em relação ao período homólogo de mais 8,7%.

No mesmo comunicado, o presidente da comissão executiva do Novo Banco dos Açores, Gualter Furtado, explica que para este desempenho “contribuiu significativamente a margem financeira que obteve um crescimento positivo de mais 8,6% e uma redução do gastos gerais de 4%”.

“O controlo do crédito vencido do Novo Banco dos Açores que situava numa taxa de crédito vencido sobre o total do crédito concedido a 30 de junho de 2019 em 2,76%, tem sido uma variável fundamental e estratégica para a sustentabilidade dos resultados do banco”, acrescenta a instituição bancária.

Relativamente ao rácio de solvabilidade do Novo Banco dos Açores situava-se em 30 de abril em 15,38%.

O Novo Banco dos Açores salienta que “outro dado relevante neste primeiro semestre de 2019 prende-se com os impostos diretos e os impostos diferidos” que nos primeiros seis meses deste ano “totalizam 1.048 mil euros, contra 823 mil euros no primeiro semestre de 2018”.

A instituição bancária explica que no primeiro semestre desenvolveu “uma ampla atividade de proximidade com os seus clientes”, designadamente “no setor primário, na indústria, com especial enfoque na indústria transformadora e no turismo”.