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O Museu Vivo do Franciscanismo, na Ribeira Grande, recebe amanhã, 24 de setembro, às 18h30, o lançamento do livro “Conventos Franciscanos nos Açores do Século XXI: Memórias da Província de S. João Evangelista”, que será apresentado por João Paulo Oliveira e Costa, catedrático de História da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa.

Esta publicação, coordenada por Duarte Nuno Chaves, investigador do CHAM – Centro de Humanidades da Universidade dos Açores e editada pelas Letras Lavadas, surge da necessidade de um melhor conhecimento, em pleno século XXI, do atual estado de conservação e inserção urbanística dos antigos espaços conventuais franciscanos, originários da presença dos frades menores nas ilhas dos Açores, particularmente durante o período da Idade Moderna.

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Em 2017, comemoraram-se os 70 anos das visitações empreendidas pelos frades franciscanos, Bartolomeu Ribeiro e Mário Branco, ao arquipélago dos Açores. Destas visitações resultou a edição de um conjunto de artigos de divulgação, da autoria de Bartolomeu Ribeiro, no jornal açoriano “Diário dos Açores” de setembro a dezembro de 1947 e, posteriormente, na “Coletânea de Estudos” [Missões Franciscanas] de 1949.

Neste contexto, foi proposto o desafio a trezes fotógrafos para que, sete décadas volvidas, percorressem o mesmo espaço geográfico, por estes frades palmilhado, captando, com as suas objetivas, os locais referenciados por frei Bartolomeu Ribeiro no seu artigo «Açores, arquipélago franciscano».

A presente obra, organizada pelo Museu Vivo do Franciscanismo e pelo CHAM – Açores é composta pela reedição do texto original de Bartolomeu Ribeiro acompanhado por um relevante acervo fotográfico, no qual se retrata o olhar contemporâneo sobre este conjunto de edifícios, que outrora foram espaços conventuais de origem franciscana.

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