No total, Itália contabilizou oficialmente 2.8198.863 contágios desde que começou a emergência sanitária, há cerca de um ano, tendo associadas à doença 95.992 mortes.

O número de casos anunciado hoje, embora elevado, caiu significativamente face aos 13.452 contabilizados domingo, ou seja, menos 3.822 contágios.

A descida, porém, está em linha com as restantes segundas-feiras, uma vez que o número de testes de diagnóstico realizados durante o fim de semana foi menor — nas últimas 24 horas foram efetuados 170.672 testes, número menor do que os mais de 250.000 realizados na véspera.

O número de mortes por covid-19 nas últimas 24 horas subiu para 274, mais 42 do que na véspera.

Dos 387.903 casos ativos atuais, estão hospitalizadas 18.155 (mais 375 do que no dia anterior), enquanto o número de internados em unidades de cuidados intensivos subiu para 2.118, mais 24 do que na véspera.

Os restantes encontram-se em isolamento domiciliário, com sintomias leves ou assintomáticos, segundo os dados do Ministério da Saúde.

A campanha de vacinação em Itália continua em curso e o número de doses já administradas é de 3.536.975, tendo sido imunizadas totalmente 1.332.163 pessoas (total dos que já levaram a segunda dose).

Entretanto, o primeiro decreto aprovado pelo novo Governo italiano, liderado por Draghi, veio confirmar que o país manterá a proibição de mobilidade entre as regiões até 27 de março.

Por outro lado, nas zonas consideradas de maior risco de contágio (vermelhas) — atualmente nenhuma se encontra, porém, com esse nível –, será proibido sair de casa para visitar familiares, algo que era permitido até agora.

As chamadas “zonas laranja” (de risco intermédio) têm sido cada vez mais.

Domingo, as regiões de Emília-Romana (norte), Campânia e Molise (ambas no sul) juntaram-se à lista que integra as de Abruzos e Úmbria (centro) e às da Ligúria Toscana e Província Autónoma de Bolzano (todas no norte).

O resto do país continua com o nível “amarelo”, o risco mais baixo.

A pandemia de covid-19 provocou, pelo menos, 2.466.453 mortos no mundo, resultantes de mais de 111 milhões de casos de infeção, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.