A declaração do Conselho classificou o atentado como um “ataque terrorista cobarde e hediondo” e reiterou que todos os atos de terrorismo “são criminosos e injustificados, independentemente da sua motivação”.

Guterres classificou o ataque, que provocou a morte a 235 pessoas, como “horrífico”.

Os membros do Conselho de Segurança, entre os quais o Egito, que cumpre um mandato de dois anos, “reafirmaram que o terrorismo em todas as suas formas e manifestações constitui uma das ameaças mais sérias à paz e segurança internacional”.

Entretanto, a aviação egípcia “destruiu vários veículos utilizados no ataque”, anunciou o Exército, na noite de sexta-feira para sábado.

O Exército também “atacou várias instalações terroristas que continham armas e munições”, declarou o porta-voz militar, Tamer el-Refaï.