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“Reconhecendo, naturalmente, a possibilidade de recurso a formas extremas de protesto, dentro dos limites de um Estado de Direito Democrático, o Grupo Parlamentar do Partido Socialista não pode, contudo, deixar de apelar para que o Deputado Paulo Estêvão reconsidere a sua decisão de manter a greve de fome. A saúde é, neste momento, o bem maior a preservar e deve sobrepor-se a qualquer outra pretensão”, afirmou André Bradford. O Presidente do Grupo Parlamentar do PS/Açores considerou que “do ponto de vista humanitário e de saúde, a situação do deputado Paulo Estêvão é lamentável e preocupante”.

“O Partido Socialista não pode, de modo algum, associar-se à forma drástica e atentatória da sua saúde que o Senhor Deputado decidiu, neste caso, utilizar”, acrescentou o líder parlamentar dos deputados socialistas na Assembleia Legislativa da Região Autónoma dos Açores.

“O facto de o PPM e o Partido Socialista terem posições diferentes sobre as refeições escolares no Corvo não configura qualquer atropelo aos princípios fundamentais da Democracia e do Estado de Direito. Antes resulta precisamente do debate e confronto de pontos de vista”, realçou André Bradford. O líder parlamentar recordou que “este assunto foi largamente debatido no âmbito parlamentar, foi alvo de diligências e de propostas de várias forças políticas, apreciado em Comissão especializada e decidido, por fim, por quem tem competência na matéria. É assim em Democracia. Não é o fim de nada, é apenas parte do processo parlamentar democrático”.

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