No Manifesto Açoriano pelos Direitos Fundamentais, constam nomes de diversas áreas, a maioria empresários, médicos, músicos, um economista e um jurista.

Os signatários do Manifesto Açoriano pelos Direitos Fundamentais, defendem uma “alteração da estratégia de combate à pandemia implantada na região” com especial enfoco na ilha de São Miguel, a mais afetada pela Covid-19.

Da lista constam “o efeito devastador” de mais de um ano de pandemia e de medidas que consideram ser “opressivas, autoritárias e profundamente penalizadoras da economia e da sociedade em geral”, ainda que “tomadas com um compressível e justificado sentido de salvaguarda da saúde pública”, pode ler-se no documento lançado hoje.

Os signatários querem a reabertura de todos os níveis de ensino, bem como a retoma do funcionamento dos estabelecimentos comerciais e culturais afetados pelas restrições.

No documento pode ler-se ainda “o restabelecimento do direito à circulação dos cidadãos, a criação de uma comissão multidisciplinar de acompanhamento da pandemia bem como a implementação com carácter urgente de um plano de revitalização económica da ilha de São Miguel”.

Os 50 cidadãos que assinaram o documento, pedem ao Governo regional, aos partidos políticos e aos representantes dos setores sociais e económicos “um esforço conjunto na normalização da vida dos cidadãos e no combate equilibrado da pandemia”.

Manifesto Açoriano - Pelos Direitos Fundamentais.docx (1)