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Ouvido na comissão de Economia da Assembleia Regional, António Ventura afirmou que entrada em funcionamento daquele instituto vai depender da “celeridade e da deliberação” do parlamento açoriano.

Caso o decreto legislativo seja aprovado na Assembleia Regional, a “responsabilidade fica” do lado do Governo açoriano (PSD, CDS-PP, PPM), disse.

“Logo que o diploma seja aprovado, vamos trabalhar para que ainda este ano possamos ter em funcionamento o Instituto da Vinha e do Vinho. É este o nosso desejo. Não podemos perder mais tempo”, afirmou António Ventura.

O secretário regional afirmou que aquele organismo, que vai ter sede na ilha do Pico, era uma “iniciativa que já estava em desenvolvimento pelo anterior executivo” liderado pelo PS.

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“Encontrámos na secretaria esta iniciativa, terminamos o seu desenvolvimento e a sua construção e apresentamos na Assembleia Regional”, acrescentou.

Para António Ventura, a criação do instituto “resulta da necessidade de unir, congregar e defender condignamente as regiões vitivinícolas dos Açores”.

O Instituto da Vinha e do Vinho vai “propor, estudar e executar” as políticas vitivinícolas e “congregar recursos humanos”, sendo composto por um presidente e quatro vogais, segundo a proposta do executivo açoriano.

“Pretendemos que exista uma estrutura que pense sobre esse setor tão importante para os Açores, quer na criação de riqueza, quer na criação de emprego, quer na fixação de jovens. É uma fileira que precisa de ser recuperada”, concluiu o secretário regional.

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