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O Vice-Presidente do Governo Regional, Artur Lima, afirmou na terça-feira que o Governo existe “não para complicar a vida de quem investe”, mas para “ajudar a descomplicar”, dando como exemplo o apoio às empresas, com vista à “transposição do conhecimento científico para a atividade empresarial”.

“Ajudar quem investe passa por apoiar as empresas a inovarem, rentabilizando o conhecimento e a investigação científica produzida pela Academia e pelos nossos investigadores”, defendeu.

Artur Lima falava no Jantar do Empresário, que decorreu na Escola Profissional da Praia da Vitória.

No evento organizado pela Câmara de Comércio e Indústria de Angra do Heroísmo, o responsável pelas áreas da ciência e tecnologia avançou que a “breve trecho” será lançado um “concurso com vista à atribuição de 6 bolsas de pós-doutoramento em contexto empresarial, ao abrigo do programa PRO-SCIENTIA”.

“Estas bolsas de pós-doutoramento terão a duração de três anos e um montante mensal de €1.700, o que representa um investimento global de 397 mil euros”, frisou.

As bolsas a atribuir estarão “alinhadas com as áreas prioritárias e transversais da nova Estratégia Regional de Investigação e Inovação para uma Especialização Inteligente da Região Autónoma dos Açores”.

No entender de Artur Lima, esta medida “valoriza o desenvolvimento de atividades de investigação aplicada” e “reforça as oportunidades de recrutamento e integração de quadros altamente qualificados nas empresas regionais”.

Ainda neste evento, o Vice-Presidente do Governo Regional enalteceu os contributos dos empresários para o “progresso económico” e para a “criação de emprego”.

Na noite de ontem houve ainda lugar à entrega dos Prémios de Mérito José Inácio Cardoso, que visam premiar jovens estudantes recém-formados pelo seu mérito escolar ou académico.

Segundo Artur Lima, o que “deve ser feito nos Açores” é o “reconhecimento de quem tem mérito e valor”.

“É a chave para atrair talento e para cativar os nossos jovens a regressar”, sublinhou, referindo ainda que o XIII Governo Regional dos Açores “valoriza uma cultura de mérito e de mobilidade social”.

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