Governo dos Açores e Câmara de Ponta Delgada enaltecem impacto do festival Tremor

Susana Costa Diretora Regional da Cultura

O Governo Regional dos Açores e a Câmara Municipal de Ponta Delgada valorizaram hoje o impacto do festival Tremor na ilha de São Miguel e em toda a região, valorizando a “experiência cultural” e a “multiplicidade de iniciativas”.

Quer o executivo regional quer a maior autarquia açoriana endereçaram hoje notas à imprensa destacando o festival de música cuja sexta edição arrancou na terça-feira.

Para a diretora regional da Cultura do Governo dos Açores, Susana Costa, “a programação interdisciplinar que carateriza este festival é realçada pela multiplicidade de iniciativas pertencentes às mais diversas áreas”, sendo que “a exposição mediática deste evento contribui para reforçar a imagem dos Açores como destino turístico cultural”.

A presença de “artistas de todo o mundo” é enaltecida pela governante, que sublinha ainda os “novos fluxos de turismo” que aliam “a experiência da natureza do arquipélago a uma atividade cultural crescente”, uma “oportunidade única de desenvolver vários formatos de fruição de música, envolvendo vários agentes e locais, a comunidade e visitantes, no tecido social e cultural das ilhas”.

Já o presidente da Câmara Municipal de Ponta Delgada, José Manuel Bolieiro, advoga que o Tremor é uma “experiência de cultura e de amizade” que “enaltece Ponta Delgada, os Açores e o País”.

O autarca da Ribeira Grande, Alexandre Gaudêncio, valorizou também o evento, que pelo segundo ano consecutivo tem um dia inteiro de concertos e atividades previstos para a cidade micaelense liderada pelo também líder do PSD/Açores.

O Tremor, cuja sexta edição arrancou na terça-feira, pretende consolidar-se como uma “experiência musical no centro do Atlântico” e, até sábado, ocupa vários espaços na ilha de São Miguel, passando também por Santa Maria.

Segundo a organização, o festival “transforma o arquipélago dos Açores no palco principal para uma experiência que parte da música para se relacionar com o território e tradições locais”, e ao longo de cinco dias há “música de vários hemisférios, residências artísticas, exposições e performances”.

Ao todo, são mais de 50 os artistas que ocuparão “as principais salas de Ponta Delgada e Ribeira Grande, assim como espaços informais, comércio local e pontos de interesse cultural”.

Por Ponta Delgada, a organização destaca os concertos, entre outros, de Jacco Gardner, Bulimundo, Grails, Haley Heynderickx, Colin Stetson, Lafawndah, Hailu Mergia, Lula Pena e Pop Dell’Arte.

À semelhança do que aconteceu em 2018, o Tremor estende-se, este ano, à ilha de Santa Maria, “num circuito de atividades que, ao longo de 14 horas, visita os pontos turísticos e a gastronomia da ilha do sol, e que integrará os concertos de Natalie Sharp e dos nacionais Sunflowers”.