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O Fundopesca vai atribuir 370,13 euros aos pescadores das ilhas Flores, Faial, Pico, São Jorge, Terceira, Graciosa, São Miguel e Santa Maria, devido à inatividade na sequência do mau tempo, anunciou hoje o executivo açoriano.

De acordo com uma nota de imprensa da Secretaria Regional do Mar e das Pescas, foi acionado o Fundopesca no seguimento da reunião de quinta-feira do conselho administrativo daquele fundo de compensação salarial para os profissionais da pesca, que decorreu na ilha do Faial.

Segundo o Governo dos Açores (PSD/CDS-PP/PPM), a decisão tomada pelo conselho de administração “resultou de um acompanhamento permanente das descargas em lota, verificando-se no período compreendido entre os dias 01 de novembro e 14 de dezembro um período de inatividade de 15 dias interpolados, devido a razões atmosféricas”.

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Tal levou “à perda de rendimentos dos pescadores açorianos, num valor inferior a 35% da média aritmética diária dos últimos três anos civis”.

“Nessa medida, foi acionado o fundo, que corresponderá a 50% do salário mínimo regional, abrangendo entre 700 a 800 profissionais de pesca e cujo pagamento será processado dentro dos prazos legais em vigor”, indicou o secretário regional.

Em causa está um montante de 370,13 euros, a atribuir aos trabalhadores em regime de exclusividade na pesca, das ilhas Flores, Faial, Pico, São Jorge, Terceira, Graciosa, São Miguel e Santa Maria.

O conselho administrativo do Fundopesca é um órgão consultivo da Secretaria Regional do Mar e das Pescas que tem a competência de avaliar o cumprimento dos critérios a observar para a ativação do fundo de compensação.

O Fundo de Compensação Salarial dos Profissionais da Pesca dos Açores foi criado em 2002, com o objetivo de atribuir uma compensação salarial aos pescadores açorianos quando, em determinadas situações previstas na lei, estejam impedidos de exercer a sua atividade devido às más condições atmosféricas.

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