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A Secretária Regional do Turismo, Mobilidade e Infraestruturas referiu hoje, em Ponta Delgada, que a “prática da atividade de Geocaching no arquipélago se assume como um importante contributo para os novos patamares que a sustentabilidade dos Açores nos proporciona”.

Berta Cabral falava à margem de uma audiência realizada com o representante da Azores Geotur, Luís Machado, que teve como principal objetivo acompanhar o percurso do projeto e reiterar o apoio do Governo dos Açores na prossecução da sua atividade, enquanto promotor específico de fluxo turístico para região.

Segundo a governante, “trata-se de um projeto com valor acrescentado na promoção do Turismo dos Açores nesta vertente, desde logo, porque se trata da mais antiga e maior do mundo, com 150 geocaches, distribuídas pelas nove ilhas do arquipélago, mas também por ser uma referência que acompanha e reforça a dinâmica impressa ao nosso percurso de sustentabilidade, atendendo ao perfil de turista que nos procura, tendo por base os locais georreferenciados”.

O Geocaching é uma atividade praticada ao ar livre que funciona como uma espécie de “caça ao tesouro”, através de coordenadas GPS, em que os seus praticantes – geocachers – se deslocam até ao local georreferenciado de forma a procurar uma pequena caixa – geocache ou cache – que se encontra escondida no seio da paisagem natural ou, até mesmo, em locais históricos e culturais de relevância.

O objetivo do projeto Azores Geotour é que cada geocacher participante consiga conhecer o maior número de ilhas através da prática desta atividade, contribuindo assim para a dispersão de fluxos turísticos pelo arquipélago.

Até à presente data, mais de 72 000 turistas já registaram as suas caches nos Açores.

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