Festival Tremor contribui para o reconhecimento internacional do Destino Açores

O Diretor Regional do Turismo afirmou hoje, em Ponta Delgada, que o Festival Tremor tem contribuído muito para colocar o nome dos Açores numa escala cada vez mais internacional, afirmando-se novamente como um polo de criação e fruição artística contemporânea.

Filipe Macedo, que falava na apresentação do evento, frisou que o festival “já tem uma identidade vincada no meio cultural, fazendo mesmo jus à expressão de ‘férias criativas’, onde a beleza do arquipélago se mistura com a criação, a experimentação e a partilha cultural e artística”.

“São cerca de 120 artistas de 10 nacionalidades, entre elas EUA, Inglaterra e Canadá, que representam alguns dos nossos mercados prioritários”, salientou Filipe Macedo, numa referência ao festival que decorre entre 20 e 24 de março.

“Por se realizar em março, o Tremor é mais um exemplo do impulso da procura durante os períodos de menor atividade turística, com o intuito de se atingir a tão desejada regularidade da atividade no setor durante todo o ano”, acrescentou.

Segundo Filipe Macedo “o trabalho dos independentes, não só deste que hoje destacamos, que fomenta esta produção cultural, permite também colocar, em determinados momentos do ano, o nome dos Açores em destaque, em termos de mercados internacionais”, frisando que “todos ganhamos com a projeção do arquipélago num contexto promocional muito mais vasto, que não apenas o artístico ou recreativo”.

“Faz dos Açores o palco para a criação de novos objetos e singulares processos artísticos, trazendo à região um grande número de artistas que se inspiram nas particularidades identitárias destas ilhas”, disse.

Na sua intervenção, o Diretor Regional deixou uma palavra de reconhecimento a todos os empreendedores privados que, “através do seu entusiasmo e visão, em colaboração com o poder público, colocam o turismo nos Açores como mais um motor de desenvolvimento da economia regional, num objetivo comum de promoção cultural e contribuição ativa para desenvolvimento turístico”.

Filipe Macedo referiu ainda que “a sustentabilidade não se faz só de números, indicadores económicos, da defesa do ambiente ou da formação profissional, faz-se também de educação, interação, vivências e partilha de realidades distintas” acrescentando que, desta forma, ”asseguramos uma sociedade mais habilitada, mais culta e mais qualificada para afirmar a diferenciação do nosso destino”.