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A quinta edição do festival Tremor traz, pela primeira vez, o evento à Ribeira Grande e com vários acontecimentos agendados para diversos pontos da cidade que prometem cativar a atenção do público e valorizar a zona central da ilha como palco privilegiado para a confluência de artistas.

De 20 a 24 de março a Ribeira Grande será um dos epicentros do festival, tendo como referência de lançamento o Teatro Ribeiragrandense. Contudo, outros locais que serão oportunamente divulgados pela organização merecerão a atenção do público que tem crescido em número de ano para ano.

A Câmara da Ribeira Grande apoia a edição deste ano do festival Tremor “em resposta às recomendações extraídas do Plano Estratégico de Turismo da Ribeira Grande”, documento que aponta para a “necessidade de apostar em eventos diferenciadores na chamada época baixa”, explicou o presidente da autarquia.

Alexandre Gaudêncio acrescentou, na conferência de Imprensa de apresentação do Tremor, que o “festival vai conferir uma dinâmica diferente à Ribeira Grande nos dias dos eventos, contribuindo para a economia local.”

Para além disso, destacou, é “uma forma de valorizarmos o que de melhor se faz no concelho”, referindo-se em concreto à aposta nos grupos locais, dando como exemplo a participação da Escola de Música de Rabo de Peixe.

“A Escola de Música de Rabo de Peixe vai apresentar um espetáculo inédito e que à primeira vista não seria enquadrável neste género de festival. Contudo, até nisso o Tremor consegue ser diferente, ou seja, tem o mérito de conseguir colocar no palco artistas inesperados”, elogiou Alexandre Gaudêncio.

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