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Esta notícia foi avançada pelo jornal Público, na qual se adianta que Eduardo Cabrita, que se demitiu na sexta-feira do cargo de ministro da Administração Interna, já tinha transmitido essa decisão a António Mendonça Mendes, líder da Federação de Setúbal do PS, círculo pelo qual tem sido candidato a deputado desde 2002.

Eduardo Cabrita pediu a sua demissão do Governo, depois de ter sido conhecida a acusação de homicídio por negligência ao motorista do seu carro oficial, pelo atropelamento de um trabalhador em 18 de junho na autoestrada A6.

Quando anunciou a sua demissão, Eduardo Cabrita alegou que não podia permitir que este caso tivesse um “aproveitamento político absolutamente intolerável”, visando penalizar o Governo, o primeiro-ministro, António Costa, e o PS.

Eduardo Cabrita, de 60 anos, natural do Barreiro, é licenciado pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa e, desde os seus tempos da Juventude Socialista (JS), é considerado politicamente próximo do atual secretário-geral socialista, António Costa.

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No começo do primeiro executivo liderado por António Costa, em novembro de 2015, Eduardo Cabrita começou por desempenhar as funções de ministro Adjunto, tendo depois assumido a pasta da Administração Interna em 18 de outubro de 2017 na sequência das tragédias dos incêndios florestais desse verão, substituindo Constança Urbano de Sousa, atual vice-presidente da bancada socialista.

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