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Rúben Bettencourt vai dar um concerto na Igreja do Colégio este Sábado, dia 21 Janeiro de 2023.  Este concerto faz parte integrante da tournée “Pentalogia nos Açores” [9 concertos, em 9 ilhas, em 9 meses],  promovido pela DRAC, sendo esse afeto ao projeto do artista “PENTALOGIA À VOLTA DO MUNDO”.

A “PENTALOGIA À VOLTA DO MUNDO” trata-se de um mega-projeto multidisciplinar inspirado no romance clássico “A Volta ao Mundo em 80 dias” de Julius Verne, com execução no período de 10 anos [2021-2030], no qual por contexto ideológico-numérico e de(a) relação enquanto figura central do músico açoriano, Ruben Bettencourt, correlacionado contextualmente pelas suas origens, quer seja geográfico, familiar ou “geo-familiar” com ligação particular às três figuras de maior importância a nível mundial, isto é, Família Real Britânica, o Papa e o Presidente dos Estados Unidos – em que, por intermédio de vários intra/inter-projetos relacionados, de génese e de homenagem a todas as partes – se evidencia a execução de “50 concertos, com 50 orquestras, em 50 países numa Volta ao Mundo em 80 dias” a contar para os  Recordes do Guinness.

O jornal Açores 9, foi à conversa com o artista açoriano, para nos explicar esta iniciativa.

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Açores9 –  É fundador-executante do projeto “Pentalogia à Volta do Mundo”. Explique-nos a sua iniciativa.

Rúben Bettencourt – O projeto “Pentalogia à Volta do Mundo” trata-se de um projeto mundial, sendo o mais complexo e exaustivo, quer na conceção, execução ou interligação de dados e pessoas de importância, em que se apresenta em toda a história dos Açores. Hoje o projeto se executa num plano a 10 anos [2021-2030] e se inclui 19 sub-projetos contextualmente interligados.

É fato que sempre tive a ambição de fazer uma tournée mundial. Foi em 8 anos de preparação prévia que se surgiu a inspiração sobre o romance clássico “À volta do Mundo em 80 dias” de Julius Verne, que por sequência da relação das pessoas, dos números, da lógica e fatos históricos, que numa primeira instância, se interliga a ideologia central da minha pessoa, com a obra e figuração institucional do país onde se decorre a mesma, e pelas suas peculiaridades, declarei a fazer uma tournée de “50 concertos, com 50 orquestras, em 50 países numa Volta ao Mundo em 80 dias” a contar para os Recordes do Guiness. Com a situação da pandemia, todo o projeto inicial se alonga numa dinâmica superior ajustável com ligação à geografia, família, divino e na ligação aos “pais” das minhas origens, que por consequência se converte ao título “Pentalogia à Volta do Mundo”, onde se agloba a relação à família Real Britânica, Papa e Presidente dos Estados Unidos da América.

Tenho a certeza que este é também uma excelente porta na visibilidade extensa dos Açores para o todo o Mundo.

A9 – Sendo 1 dos sub-projetos inerentes ao projeto principal, “A Pentalogia nos Açores” está em execução. Explique-nos o decurso desta tournée por todo o Arquipélago.

RB – O concerto se integra no sub-projeto “Pentalogia nos Açores” que se determina na execução de 9 concertos, em 9 ilhas, em 9 meses” sendo parte da programação da Temporada Cultural 23 promovido pela Direcção Regional da Cultura do Governo dos Açores. Este é o 3º concerto desta na ligação consecutiva ideológica pela relação contextual ao Papa [divino] e da família.

A9 – No próximo Sábado, 21 de Janeiro 23, pelas 21h, dará espetáculo na Igreja do Colégio no Museu Carlos Machado da Temporada Cultural 23 da Direcção Regional da Cultura do Governo dos Açores. Que o público pode esperar deste concerto?

RB – Como todo o projeto se assenta na relações, o programa começará com obra que dá título ao 1º disco, Lift Up Your Eyes, passando por obras dedicadas por inspiração à minha pessoa e terminará com apontamento musical na ligação dos contextos da origem ao projeto principal.

A9 – Para além dos projetos inerentes da “Pentalogia à Volta do Mundo”, que outros estão em decurso?

RB – Além da atividade centrada na Música, e por inerência da ramificação do contexto, existe vertentes ligadas ao empreendorismo tais como uma linha de joalharia a nome pessoal, Mollitiam; consultoria de estratégia cultural para mercados internacionais e fundador da AMARS – Azores Music Academy & Recording Studio, o qual verá, espero, a sua apresentação a breve trecho.

Nesses horizontes, está previsto o lançamentos de vários trabalhos discográficos com estreias também absolutas, a diretoria artística de alguns festivais e a emissão de um documentário a nome próprio.

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