Desde o início do ano 22 jovens mudaram de sexo e de nome

Vinte e dois jovens entre os 16 e os 18 anos mudaram de nome e de sexo no cartão de cidadão em 2019 depois de há um ano a lei da autodeterminação da identidade de género ter sido alargada a menores de 18 anos.

De acordo com dados do Instituto de Registos e Notariado (IRN) enviados à agência Lusa, este ano 19 raparigas pediram para passar a ter nome masculino e três rapazes solicitaram a alteração para um nome feminino.

A lei de identidade de género permite, desde 08 de agosto de 2018, o direito à autodeterminação da identidade e expressão de género e a mudança da menção do nome e do sexo no registo civil a partir dos 16 anos, mas com a obrigatoriedade de um relatório médico para atestar a vontade dos menores com idades entre os 16 e os 18 anos.