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A assinatura do contrato para a criação do Observatório do Atlântico decorreu na quarta-feira na sede da Presidência do Governo Regional dos Açores, em Ponta Delgada, na ilha de São Miguel, numa cerimónia que contou com os ministros da Ciência e do Mar e com o presidente do Governo dos Açores.

“Com a concretização deste projeto Portugal verá reforçada a sua posição no Atlântico, bem como o seu posicionamento internacional, sendo que este projeto de coordenação, valorização e desenvolvimento da ciência pretende envolver vários países, capacitando para a decisão, orientado para o conhecimento e monitorização dos ecossistemas marinhos, a sua preservação e sustentabilidade”, sublinha o deputado socialista João Castro, citado numa nota de imprensa.

Os deputados do PS/Açores à Assembleia da República destacam o papel do Observatório do Atlântico, lembrando a proposta da sua criação “em 2016, face à posição geográfica e de biodiversidade marinha da região”.

Já em 2017, e por resolução do Conselho de Ministros, foi constituída a Comissão Instaladora do Observatório do Atlântico, acrescentam, assinalando que “no início de 2021 foi celebrado um memorando de entendimento, entre diferentes entidades, visando a instalação do Observatório do Atlântico”.

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Os deputados socialistas reiteram a sua “satisfação pela concretização deste processo”, com a assinatura do protocolo para instalação do Observatório do Atlântico, “enquanto iniciativa agregadora do contributo, da oportunidade e da profundidade atlântica, das áreas marítimas sob jurisdição nacional, para uma utilização sustentável dos oceanos”, sublinham.

O Observatório do Atlântico assenta numa parceria entre oito entidades: a Universidade dos Açores, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera, o Instituto Hidrográfico, o Air Centre, a Estrutura de Missão para a Extensão da Plataforma Continental, a Associação para o Desenvolvimento e Formação do Mar dos Açores, o Fundo Regional de Ciência e Tecnologia e a Agência Regional para o Desenvolvimento da Investigação, Tecnologia e Inovação.

Este centro de observação pretende operacionalizar um sistema de informação oceanográfica, no âmbito da proteção, investigação, monitorização e exploração económica dos espaços marítimos.

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