Crónica: Rui Miguel Simão | O Solicitador, Sempre ao seu lado

Se não for solicitador, provavelmente começou a ler este artigona esperança de ficar a perceber o que é que esta profissão pode fazer por si. E com certeza que já lhe vieram à mente, por diversas ocasiões, célebres expressões como “Eu logo trato disso”, “Hei-de ver como se faz” ou “Não fizemos partilhas porque nos damos todos bem”. E, entretanto, a casa já caiu.

Falando em partilhas: muitos dos problemas patrimoniais nascem das partilhas sempre adiadas ou feitas às três pancadas. Falar com um solicitador para tratar das partilhas em vez de inventar ou adiar a solução para o problema é, sobretudo, uma boa opção de gestão financeira e patrimonial. Se não, vejamos: se se quiser meter nessa aventura juntamente com outros familiares, tem de marcar dois ou três dias de férias para, entre conservatórias, finanças, notários e afins, tentar tratar do assunto. E, no fim de muitas horas de espera e respostas dúbias, é possível que tenham conseguido confecionar uma espécie de partilha.

Agora pense no tempo, dinheiro e paciência que perdeu para fazer, de forma amadora, o que poderia ter sido feito por um profissional.Do mesmo modo, muitos outros pequenos nadaspodem ser resolvidos, sem esforço e de forma profissional, por um solicitador. Está a ver aqueles terrenos que só os mais velhos sabem onde ficam? Basta pedir a um solicitador que acompanhe a avó ao terreno e tem o assunto resolvido. O terreno fica registado na plataforma GeoPredial e toda a família podeconsultar uma descrição pormenorizada da localização e dascaracterísticas no smartphone.

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No que respeita à gestão de património, o solicitador é o seu melhor amigo. Ele irá não só antecipar as suas necessidades, como também evitar que chegue ao momento em queconfessa: “Eu gosto tanto da casa da aldeia, mas é de todos os irmãos e ninguém lá quer gastar dinheiro…”. É que mediar conflitos é outras das artes ancestrais dominadas pelos solicitadores.

O mesmo vale para dizer que nem se incomode em tentar fazer contratos, gerir pagamentos de rendas, enviar cartas, recuperar dívidas ou obter certificações de documentos. Que desafortunado desditoso motivo o levaria a querer fazer isso quando há sempre um solicitador por perto?

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