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A Presidente da Câmara Municipal de Lagoa, Cristina Calisto, marcou presença, este domingo, na celebração do 11º aniversário do Centro de Ciência Viva – Expolab.

A edil lagoense parabenizou o Centro de Ciência Viva, na pessoa do seu diretor executivo Dr. João Paulo Constância, relembrando que, o “Expolab tem sido um importante parceiro para fazer chegar os estímulos da ciência particularmente aos jovens. É uma instituição que tem permitido incutir às crianças e jovens do concelho uma vocação para as ciências e tecnologia, bem como proporciona atividades lúdicas e dinâmicas para todas as famílias”.

“A ciência, hoje em dia, é essencial a vários domínios da nossa vida, seja na saúde, alimentação, no ambiente, na tecnologia e permite e assegura o desenvolvimento intelectual e cultural das comunidades. Só por isso, é importante apostarmos na ciência, porque a ciência também contribui para a reducão das desigualdades. Por isso, é com muito gosto que a autarquia apoia e reconhece a importância desta relação de proximidade com a Expolab” acrescentou Cristina Calisto relembrando que o Centro de Ciência Viva tem “contribuído para que a Lagoa cresça nesta caminhada como cidade, que se quer afirmar e consolidar como um território desenvolvido”.

Por forma a assinalar esta data, o Expolab inaugurou a exposição “Porque somos como somos? A evoluir há 4570 milhões de anos”, uma apresentação interativa sobre a evolução, que dá a perceber, ao visitante, o longo e complexo percurso que conduziu à biodiversidade que existe, atualmente, partindo há aproximadamente 3 500 milhões de anos de um ancestral comum.

Esta exposição resulta de um consórcio entre vários centros de ciência viva, nomeadamente com Estremoz, Alviela, Bragança e Proença-a-Nova.

“Porque somos como somos? A evoluir há 4570 milhões de anos”, privilegia a profunda inter-relação entre a evolução da vida e a do planeta onde ela se desenvolve e de forma original, existe uma aproximação pluridisciplinar com a visão de cinco áreas científicas, nomeadamente biologia, geologia, física, química e matemática.

Numa celebração que foi aberta ao público, todos os interessados puderam, similarmente, assistir à conferência intitulada “Da Tectónica de placas à evolução da Vida: novas perspetivas para a compreensão da dinâmica da Terra”, proferida pelo professor e investigador, Rui Dias, da Universidade de Évora/ Instituto de Ciências da Terra, membro correspondente da Academia das Ciências de Lisboa e Diretor do Centro de Estremoz.

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